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Um Olho na Consagração e Outro na Cria.
Acabou o último jogo da seleção que serviu de cenário para a despedida do Ronaldo – O Fenômeno.Lembro-me bem dele, aos 17 anos, lá no banco de reserva da seleção; tinha uma carinha ingênua de quem não entendia muito bem o que aquilo representava e o que estava por vir. Depois fez muito sucesso, e muita bobagem também, como é próprio do humano… Por se superar tantas vezes fez jus ao novo nome.
Acertou muito mais do que errou, e hoje obteve a consagração merecida.
Na volta em torno do campo, acompanhado dos filhos Ronald e Alex, enquanto acenava para a multidão mantinha-se atento aos movimentos do Alex, uma figuraça, como sinalizou Nei Galvão. Um olho na consagração e o outro na cria, um sorriso para a multidão e um afago no Alex, que chegou há pouco em sua vida e foi imediatamente acolhido como se sempre estivesse nela.
Nessa época em que tudo é tão mega que ofusca, pequenos gestos é o que me chama a atenção. Depois de tão poucos anos, fisicamente está bem fora de forma, admito; mas ausência do gol… Quem disse? O gesto público de cuidado e de amor aos filhos foi pra mim o melhor de todos os gols.
A foto acima tirei da internet; é do Marcos Ribolli para o Globoesporte.com. Bom seria uma do afago, mas penso que você deva ter visto. Tomara!
Tenha um ótimo dia!
Abraços

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A História do Arthur
Arthur é o adolescente de 17 anos e de Governador Valadares, Minas Gerais, que está em destaque há vários dias, por uma história que vale a pena conhecer.Há 02 meses se deparou com um câncer que exige um tratamento onde estão incluídas sessões de quimioterapia. Como estava prevista a queda dos cabelos, solidariamente todos os seus colegas de turma na escola, por iniciativa do também amigo de infância, Lucas Avelino, decidiram raspar a própria cabeça com o objetivo de fazer com que ele não se sentisse diferente ao retornar às aulas.
No dia e na hora da primeira sessão de quimioterapia, lá em Belo Horizonte, os colegas em Governador Valadares foram a um mesmo salão de cabeleireiro e divertidamente cumpriram com a decisão. Filmados, foram parar na rede. Se você ainda não viu, vale à pena ir ao You Tube para dar uma olhada, pois é linda demais a cena. Quando o Arthur retornou teve uma alegre e comovente surpresa. Entrevistado ele disse: “Fiquei meio sem ação. Só consegui rir. Quem não ficaria?… Não dá pra explicar não. Me senti acolhido”. *Fonte: G1
Do fato o que mais me despertou a atenção foram os milhares de acesso ao vídeo, assim como a forte repercussão na mídia. É que, partindo de jovens com apenas 17 anos, se valores como sensibilidade, solidariedade, acolhimento e gratidão, são capazes de dar tanto ibope, não é exagero manter a confiança na qualidade da essência humana.
Digo-lhe que essa constatação contribuiu para me sentir especialmente feliz e mais revigorada, o que me faz agradecer a essa turma tão sensível e criativa, e às milhares de pessoas que reconheceram o imenso valor da história.
Quanto ao Arthur, creio que podemos ficar tranqüilos; dará tudo certo… Impossível não ser assim quando se está privilegiadamente amparado.
Inspirados na sua amorosa sensação, que seja acolhedora nossa semana!
Cheia de abraços,

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Salve 26 de Maio!
Ganhei algumas bananas da terra, e sendo folga da Sônia, minha ajudante, decidi aproveitá-las e fazer um bolo sozinha.Interrompi o preparo da próxima exposição (Tommy, é o nome do artista, com belos trabalhos em grafite, que logo você verá) e fui lá pra cozinha, feliz da vida, me aventurar. É que, como já lhe falei outro dia, gosto dos experimentos; o prazer fica muito mais por conta da riqueza da ação, o que me faz lembrar uma história que me agrada muito contar…
Dizia que um turista, acompanhado de uma intérprete, visitava um lugar do oriente quando viu numa praça um homem muito idoso tecendo com perfeição um imenso tapete, e longe de terminar. O turista, brincalhão, comentou com a intérprete a impossibilidade em finalizar a obra, referindo-se à idade do homem. Ela riu, repassando o comentário ao artesão. Este respondeu calmamente que não fora ele a iniciar o trabalho, e não havia qualquer intenção de ser ele a finalizar; havia sim o compromisso de fazer tão bem feito que o próximo a dar continuidade se sentisse motivado a comprometer-se em repetir o gesto, causando a mesma impressão.
Eu era muito jovem quando me contaram essa história, mas já compreendia essa diretriz; o compromisso por fazer bem feito, criteriosamente focada no imediato instante, dada a concreta e inquietante incerteza quanto à certeza do próximo instante.
Hoje, 26 de maio, às 18h 52min, o site completa um ano de permanência no ar. Está sendo tecido meticulosamente e novos turistas, sempre muito bem vindos, chegam a cada dia para nos visitar. Muitos se hospedam. Existe também uma lista dos que no ato do tecer, nos emprestaram as próprias mãos; durante os próximos dias serão particularmente lembrados. A estes, a cada um, a você que agora nos lê, transmito sempre o meu muito obrigada!
E quanto ao bolo… O cheiro se esparramou pela casa… Remeteu a aconchego, carinho, alegria e simplicidade… É com esses ingredientes que vamos comemorar.
É dia de festa.
Um agradecido abraço,

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Eugênio Paes Campos: Um Mestre
Eugênio Paes Campos é desses indivíduos para quem a gente olha e se pergunta como é possível caber tanta sensibilidade numa só pessoa.Coordenador do Curso de Medicina do Centro Universitário Serra dos Órgãos, em Teresópolis, Estado do Rio de Janeiro; autor de várias publicações, dentre elas o livro “Quem Cuida do Cuidador – Uma Proposta Para os Profissionais de Saúde”; é médico, psicólogo, escritor e, para sorte nossa, um grande Mestre.
Há muitos anos atrás tive o privilégio de ser sua aluna durante o curso de Psicossomática e Especialização em Psicologia Médica. Dessa valiosa experiência muitas foram as reflexões compartilhadas, e de todas duas me ficaram definitivamente na memória.
Numa dizia que quando uma pessoa age conosco de forma agressiva, se temos consciência de não haver entre nós nada que justifique o gesto, é conveniente mantermos a calma, pois sua agressividade possivelmente tem outra origem, rebater não seria sensato, muito menos produtivo.
Na outra, em que perdi a conta das tantas vezes que citei, dizia que um relacionamento para ser saudável, não importando a sua natureza (entre amigos, irmãos, mães/pais e filhos, etc.) é preciso que seja nutrido por quatro Cs: Carinho, Cuidado, Constância e Clareza.
Hoje, inserida no emaranhado desse contexto social caótico, no qual dimensiono a carência desses atributos, é natural que sua revigorante e sábia presença reincida em meus pensamentos.
Acreditar que pessoas melhores fazem o mundo melhor amplia o meu senso de responsabilidade, aguça-me a visão de existência… Carinho, cuidado, constância e clareza, são partes dos valores que dão suporte a essa visão, influenciando qualitativamente cada novo trabalho, cada ação, cada movimento.
Por esse precioso legado, Eugênio; Muito Obrigada! Naquela época faltou expressar minha gratidão com veemência; coisa que às vezes só se consegue com o refinado e pleno exercício da maturidade. Chegou a hora!
Um grande e muito forte abraço,

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Há que se estar atenta (o)
Pouco antes do ocorrido na escola de Realengo, RJ, conversava com uma pessoa sobre a progressão das cenas de violência exibidas na TV.
Há algum tempo noticiava-se o episódio com fotos discretas dos envolvidos; posteriormente mostrava-se o local do ocorrido com manchas de sangue; mais tarde os cadáveres cobertos por plásticos pretos… Então completei: não falta muito para que retirem o plástico. Ela finalizou: você ainda não viu? Já retiraram!
Dois dias depois assisto ao jornal das 20h 30min em um canal de TV. O jornalista, com voz grave e solene, anuncia “as imagens de horror” a que iríamos assistir. Confesso que tudo o que vi passou longe daquilo que acreditei ser possível no horário proposto…
Nas imagens e narrações, cenas degradantes e de desespero das vítimas e pessoas atordoadas, ainda sem noção clara de tudo a que se submetiam. Sem o direito de dizer aos jornalistas “não quero” tiveram suas vozes e imagens usadas, estampadas nacionalmente, internacionalmente, ilustrando um enredo de apelos e manipulações sensacionalistas e inconsequentes, destituído de valor ético e qualquer sentido lógico que pudesse justificá-lo.
Durante a semana o foco esteve no rapaz autor da tragédia. Fizeram-nos crer que tão somente sua mente insana desencadeou a crueldade da ação…
Fora do foco passou despercebida a insanidade dos gestos que conduziram câmeras e microfones, rumo à intensa e desenfreada busca pelo maior índice de visibilidade e audiência.
Quanto à reflexão sobre a exploração dos fatos? Apenas há que se estar atenta (o) aos calos na alma que nos produz… Na busca genuína por uma sociedade pacífica é preciso aguçar o nosso senso crítico, é preciso estar rigorosamente atenta (o).
Tenha uma ótima semana!
Abraços,

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Lindo recado da Mariana
Mariana Almeida Henriques é uma menina linda, delicada e gentil, tem 12 anos e é lá de Aracajú, Sergipe.
Um dia seu avô Gil (aquele dos perspicazes olhos azuis sobre o qual já lhe falei, lembra-se?) se deparou com a hora de partir. Sim, por que por mais que a gente tente adiar o momento ou buscar explicações, a vida define uma hora para chegar e uma hora para partir. Uma hora para nascer e uma hora para morrer; e sendo assim é bom que seja suavemente, se possível poèticamente, como em sua espontânea e precisa homenagem Mariana bem soube fazer. Como ela não podia ir até ele lhe enviou através do pai um recado.
O que me chamou a atenção? A essência e a objetividade do gesto. Poucas letras e poucos traços, onde duas pequenas circunferências azuis se destacam; ela desenha seu avô e expressa a sua gratidão, a sua admiração e o seu amor por ele… Uma autêntica obra de arte!… Veja!
Acima do desenho está escrito:
O brilho dos seus olhos vai sempre iluminar nosso caminho!
Amamos você, vovô!
Abaixo está escrito:
“As coisas não são como devem ser,
as coisas são… Como são. (Gil Henriques)
17/02/2011
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Com mais de Trinta
Quem viveu na década de 70 deve se lembrar da música “Com Mais de Trinta”, composta e lançada, em 1971, pelos irmãos Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle. Nela dizem que não devemos confiar em quem tem mais de trinta anos, mais de trinta ternos, mais de trinta vestidos… Na época, ainda longe dos trinta, achei a letra um tanto radical, talvez temerosa por fazer parte de um grupo não confiável quando alcançasse o marco sugerido. Hoje, bem além, compreendo melhor o que diz.
Para que me entenda preciso lhe dizer que tenho uma irresistível atração por crianças, uma espécie de encantamento pela forma sábia e inteligente com que conduzem e expressam sua criatividade e seu raciocínio. Nelas deposito os meus sentidos mais atentos e na fonte que transbordam me reabasteço, agradecida, repetidas vezes. Por isso me incomoda a forma inconsequente com que grande parte de nós adultos, quer seja pela ação ou pela omissão, teima em lidar com elas. Ninguém nasce adulto, então fico me perguntando em que ponto do trajeto instala-se em nós o desvio, das virtudes e da memória.
Criança é presa fácil, o que facilita a manipulação, o assédio, e justifica a perda. Falta-lhe autonomia. Falta-lhe astúcia para avaliar as ardilosas tramas da teia.
Mas ontem uma criança de oito anos, e inteligência aguda, em parte me contradisse. Afirmou que não gostava de ir à escola estudar, que se sentia ansiosa e USADA (sim, foi essa a palavra). Perguntei apreensiva se gostava de aprender; sem vacilar respondeu que sim. Senti um alívio. Quanto ao verbo considerei ser possível um equívoco na escolha. Usada? A despeito das minhas dúvidas manteve-se categórica; não abriu mão da palavra.
Então refleti que cada vez mais e precocemente elas são pressionadas a absorver informações, competir, cumprir metas e exibir resultados. Roubam-lhes o direito de pensar livremente, de usar a intuição e de preservar valores que lhes são natos. Roubam-lhes tempo. Tornaram-se lucrativas, tornaram-se alvo. Além de brinquedos, fraldas, iogurte… Vendem grifes famosas, produtos de beleza… Vendem tudo e são induzidas a comprar tudo… São usadas.
São usadas? Calma aí! Então ela não se equivocou na escolha do verbo. Identificou as ardilosas tramas da teia. Intuitivamente, casualmente ou sabiamente… Quem sabe?
Vi luz no fim do túnel.
Uma ótima semana pra você!
Abraços,

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Recado para o Seu Gil
Há pessoas que achamos que gostam da gente, há outras que temos certeza. Na minha preciosa lista Seu Gil era uma destas. Perspicazes olhos azuis, jeito calmo, brincalhão, farto para elogiar repetidas vezes… Foi assim que fez parte da minha adolescência e início da juventude. Era pouca a idade, a minha, mas já reconhecia o imenso valor do gesto. Como uma daquelas pessoas raras que com esmero lapidam a nossa auto-estima, generosamente, sem nenhuma pressa, desse jeito me ficou na memória.Há anos já não nos víamos e sábado se foi sem que nos despedíssemos, sem que se cumprisse o último trato – uma visita para uma prosa, um abraço saudoso apertado e um bolo feito por mim, pois foi o que prometi.
Éramos duas pessoas que se gostavam muito… Nós dois sabíamos.
Que lhe acompanhe a minha gratidão, querido amigo… Esteja bem e em paz…
Até qualquer dia!
Com todo o meu carinho,

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Hospital da Escócia terá funcionários robôs
Em nosso país muito ainda há a ser feito na área da saúde, todos sabemos. Transitamos entre dois extremos: a carência de recursos básicos, elementares, e o avanço da alta tecnologia. De um ao outro um item merece destaque: HUMANIZAÇÃO. Foi o que justificou o texto.
18/06/2010
No endereço http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4506140-EI12886,00-Hospital+da+Escocia+tera+funcionarios+robos.html noticia-se a construção de um hospital na Escócia que inclui no investimento a utilização de robôs para a execução de trabalhos como levar e remover bandejas de alimentação, limpeza de quartos e salas de operações. Entretanto, responsáveis garantem que eles não substituirão os funcionários humanos, apenas servirão para que estes estejam mais focados nos pacientes.
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12/06/2010
No pronto socorro do principal hospital particular de uma determinada cidade ela chega para mais uma sessão do que poderá ser um longo tratamento. Permanecerá ali por algumas horas. Enquanto a acompanhante executa os rituais burocráticos aguarda em uma sala de espera onde transitam médicos(as), enfermeiros(as) e atendentes. Receptiva, observa a cada um e esboça cumprimentos. Poucos a olham; os que olham não respondem ao gesto. Muitos minutos depois entra em um quarto e deita-se no único leito. Um enfermeiro chega com os equipamentos; ajusta o aparelho, conecta os tubos, coloca as luvas, desembala a agulha. Ansiosa, ela diz bom dia. Ele não responde. Ela lê o seu nome no crachá e repete o cumprimento. Sem olhar para o seu rosto ele responde secamente, finaliza o procedimento e se retira.
Observando o gota a gota permanece imóvel até que a porta se abre e entram duas mulheres responsáveis pela limpeza. Cumprimentam-na amistosamente e pedem desculpas pelo transtorno. Ao saírem perguntam se deseja que a luz permaneça acesa. Desejam-lhe boa sorte. Ela responde ao cumprimento e sorri, agradecida.
Dias depois, enquanto lê a notícia sobre o hospital da Dinamarca, traçando um paralelo imagina se as mulheres responsáveis pela limpeza, tão gentis e tão humanas, tivessem sido substituídas por robôs. Aliviada, se pergunta: como seria?
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Uma amistosa semana pra você.
Abraços,

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MÃOS À OBRA!
Há dias meu pai anda às voltas com a produção artesanal de uma mesa. É bem o estilo dele; fez vários bancos, bengalas, colheres de pau… E agora é a vez da mesa. Permanece por horas na atividade.Nela há um toque especial de originalidade…
Guardei em sua casa alguns quadros pintados numa fase muito sombria. Por esse motivo nunca achei razoável pendurá-los numa parede. Limpando-os certo dia ele constatou que na madeira de alguns havia cupim. Pegou dois (não identifiquei quais) e me fez uma pergunta que entendi como se poderia tirar a madeira. Respondi que sim. Dias depois uma surpresa: os quadros, antes esquecidos num canto, ganharam uma utilidade; tornaram-se parte da mesa. Veja na foto!
É possível aos meus olhos avistar obra mais linda?
E a despeito de tudo isso, de tanta perspicácia e tanta delicadeza, numa visita seu irmão chegou, avaliou o trabalho e não hesitou em dizer: “Sai muito mais barato se você for a uma loja e comprar uma mesa pronta”. Com a mesma objetividade meu pai respondeu: “Eu sei disso, mas não estou fazendo pelo dinheiro; estou fazendo para me manter ocupado, assim não fico deprimido; enquanto me ocupo não penso bobagens”.
Aí fiquei pensando que enquanto as lojas se enchem de compradores as farmácias nunca venderam tanto remédio para a ansiedade, tanto antidepressivo.
Meu pai, e minha mãe também, diga-se de passagem, nunca tomaram uma coisa e nem outra. E eles não estão dobrando o Cabo da Boa Esperança, expressão usada para quem avançou na trilha da idade. Por conta dos 80 anos há tempos já estão lá, e não se deixam ficar parados.
É bem possível então que a mania de comprar pronto tenha um pouco a ver com a venda nas farmácias. Sim, deve ter, porque os ditos populares não enganam e algo parecido afirma que “cabeça vazia é oficina do diabo”. Você também já ouviu essa frase?
Pois é… Então um bom final de semana pra você, aguce sua perspicácia e mãos à obra! Antidepressivo está muito caro, foi o que disse meu tio.
Abraços,

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