Pessoa Bonita / Blog - Um lugar para quem quer se cuidar e crescer com sensibilidade e inteligência
  • Domicio de Paula… Colando sobre Papel

    Data: 18/11/2017 | Categoria: Entrevistas | Coment√°rios: 2

    Prazer ter voc√™ aqui, refor√ßando as horas agrad√°veis compartilhadas no Caf√© ComPaix√£o. Vamos come√ßar pelo nome dado √† exposi√ß√£o: Por que ‚ÄúCOR, PARA QUE TE QUERO?‚ÄĚ?

    Quando me perguntaram, n√£o racionalizei a respeito. Foi a primeira frase que me veio… O que senti vontade de pronunciar.

    Há 29 anos você é portador da Síndrome de Parkinson, e sabemos o quanto ela compromete os movimentos. Isso interfere na sua produção?

    N√£o, n√£o interfere. Consigo me adequar, me ausentar das dificuldades. Quando estou envolvido com o meu trabalho ele se sobrep√Ķe ao Parkinson, toda a minha energia √© direcionada a ele.

    E que horizontes essa mesma síndrome abre para essa produção?

    Se pensamos em criar imagens alegres, visando apenas clarear um pouco mais as nossas vidas, com certeza já estaremos contribuindo para o nosso crescimento e bem estar. Eu diria que agora os meus horizontes não estão tão estreitos e distantes como me pareciam, sinto-os bem mais amplos e próximos.

    Como se expressa sua produção?

    Surge a inspira√ß√£o inesperadamente, como manifesta√ß√£o totalmente espont√Ęnea. O processo criativo s√≥ se afasta quando termino um trabalho.

    E de onde vem sua inspiração?

    Como disse anteriormente, ela surge de maneira inesperada, e a partir daí se expressa imediatamente sobre o objeto, sem planejamento ou qualquer esboço.

    Que materiais você utiliza?

    Usualmente, até então, papel-cartão, papel de seda, vinil autocolante, cola branca, estilete, tesoura e caneta hidrográfica.

    Você é membro ativo da APPEMA, Associação de Portadores de Parkinson. Em que medida esse engajamento influencia sua produtividade?

    Com certeza a APPEMA é, atualmente, a principal fonte de energia da minha vida; é uma extensão da minha família. Minha existência passou a ter mais sentido ao me incorporar a ela.

    Voc√™ tamb√©m participa de um Projeto Parkinson, implantado pelo Centro Universit√°rio U.B.M., onde, por meio de a√ß√Ķes interdisciplinares, busca-se ampliar a qualidade de vida dos portadores dessa s√≠ndrome. O que nos diria sobre essa experi√™ncia?

    Esse projeto foi elaborado por pessoas que realmente t√™m interesse em aprofundar conhecimentos sobre o assunto. √Č uma equipe claramente comprometida e envolvida com o que faz. A U.B.M., por meio de seus professores e alunos, tem nos ajudado a minimizar nossas dificuldades, melhorando substancialmente a nossa qualidade de vida. A eles s√≥ temos agradecimentos.

    Vendo de perto o seu trabalho e o ambiente em que é construído, fica fácil compreender o título da exposição. Nossa gratidão por estar com a gente, Domício.

    Eu tamb√©m agrade√ßo muito pela oportunidade, n√£o apenas de expor meus trabalhos, mas tamb√©m de falar um pouco sobre a APPEMA e o PROJETO PARKINSON U.B.M., iniciativas que, pela seriedade e import√Ęncia, merecem ser destacadas, pois precisam inspirar e envolver mais pessoas.

    Conheça os trabalhos visitando: http://www.pessoabonita.com.br/artista.php?id=85&tipo=2

    Autoria da Foto:

  • Sidney Gaspar: m√©dico e fot√≥grafo

    Data: 23/03/2015 | Categoria: Entrevistas | Coment√°rios: 6

    Sidney Gaspar é médico, especialista em psiquiatria e fotógrafo autodidata. Nasceu em Itapetininga, São Paulo, em 03/11/1955. Atualmente, mora em Santos, SP.

    Em entrevista, com uma fluência própria de quem transformou em unidade ambas as tarefas, ele nos conta um pouco sobre o seu trajeto:

    Obrigada, Sidney, por aceitar o nosso convite e estar aqui, no site, expondo os seus belos trabalhos. Como e quando teve início o seu interesse pela fotografia?

    Obrigado, Denizi, por prestigiar essa parte lazer e prazer da minha vida. Esta é a primeira vez que exponho em uma galeria de arte virtual; obrigado pela oportunidade!

    O meu interesse por fotografia vem desde o in√≠cio da adolesc√™ncia; meu pai tinha uma Kodak com fole e eu gostava de olhar pelo ret√Ęngulo que servia para definir a composi√ß√£o das imagens.

    Aos 12 anos voc√™ tirou sua primeira foto. Em que circunst√Ęncia isso ocorreu? Voc√™ tem essa foto?

    Durante uma visita ao parque Fernando Costa, em São Paulo, eu pedi ao meu pai para tirar uma foto onde apareciam ele, minha mãe e meu irmão. Essa foto está num álbum da minha mãe e, por ser a primeira, me parece boa. E agora, também em exposição na http://www.pessoabonita.com.br/artista.php?id=77&tipo=2

    De onde vêm as suas influências? Qual a sua principal fonte inspiradora?

    A natureza e a arquitetura. Durante muitos anos eu evitava fotografar pessoas; de tempos para c√° n√£o fa√ßo mais isso. Sempre gostei de fotografias com muita cor ou muito contraste e admiro alguns fot√≥grafos como os santistas Ernesto Papa, Tadeu Nascimento e Araqu√©m Alc√Ęntara, o argentino Alejandro Chaskielberg e o americano Bryan Peterson, entre outros.

    Em que ponto o seu olhar médico, influenciado pela psiquiatria, converge para a experiência fotográfica?

    Creio que no detalhe, fundamental na medicina e na fotografia. Como psiquiatra, me acostumei a ver os detalhes do drama humano, como cada detalhe tem um sentido e como esses sentidos, assim como a fotografia, representam um momento onde um receptor (uma c√Ęmera ou uma pessoa) captam uma cena, uma informa√ß√£o ou uma imagem.

    Como se ajustam a psiquiatria e a fotografia no seu cotidiano?

    A psiquiatria me consome muito tempo, mas para qualquer lugar que eu vá eu levo meu equipamento fotográfico; costumo dizer que sou um fotógrafo acidental, passo por cenas e muitas vezes consigo fotografá-las ; não tenho muito tempo para preparar uma situação fotográfica, raras vezes faço isso.

    Numa √©poca em que o valor dos objetos tende a superar os valores humanos, o que os “detalhes” do seu olhar t√™m a nos dizer?

    Sim, vivemos uma √©poca em que nos sensibilizamos pouco pelo¬†drama humano,¬†e creio¬†que passamos¬†por um dos momentos em que isto se tornou gigantesco.¬†Estamos mais frios, utilizando muita tecnologia na comunica√ß√£o, mas n√£o conseguindo escapar dos grandes dilema, como o medo da solid√£o, da morte, de n√£o realizarmos os nossos sonhos, de n√£o sermos livres ou felizes. Escuto essa dor todos os dias, tentando mostrar, aos meus pacientes, que a possibilidade do belo, da felicidade, pode vir das coisas simples, como um olhar para um p√īr de sol. ou um caminhar por uma praia; mas tamb√©m procuro mostrar que essa possibilidade precisa vir acompanhada de outros humanos, pois para dar sentido √†s nossas buscas, precisamos ser vistos, sentidos, curtidos, assim como precisamos ver, sentir e curtir o outro, o mundo que nos cerca, com todas as suas nuances. Creio que minha fotografia expressa um pouco isso; o belo em seu sentido mais amplo, que est√° em toda parte, nos detalhes mais simples, que precisam ser percebidos, melhor vistos e aproveitados”.

    Para finalizar, uma pergunta enviada pelo fot√≥grafo Ant√īnio Jos√© Moura CALINO: “A qualidade das suas fotos √© excelente. Voc√™ fez algum curso de aprimoramento em qualidade de imagem, tipo photoshop, lightroom ou HDR?”

    Calino, eu sou absolutamente um autodidata que aprendeu a fotografar na pr√°tica, lendo revistas especializadas, sites de fot√≥grafos, vendo detalhes nas fotos daqueles que vivem dessa arte, como voc√™. √Č muita tentativa e erro. De uns anos para c√°, tenho equipamento e lentes melhores, o que ajuda na qualidade. S√≥ sei trabalhar com alguma desenvoltura no lightroom; aprendi vendo tutoriais na internet. No photoshop, eu n√£o consigo fazer nada. Mas espero aprender a us√°-lo, pois creio ser √ļtil na p√≥s-produ√ß√£o. Quanto ao HDR, eu programo a m√°quina dessa forma e bato algumas fotos. Dessas fotos na exposi√ß√£o, tem duas em HDR (um por do sol em Sagres e o Porto durante o dia). Gostaria muito de fazer um workshop com o Araqu√©m Alc√Ęntara e aprender um pouco mais de composi√ß√£o e tamb√©m algo sobre a p√≥s-produ√ß√£o.

    Obrigada, Sidney, mais uma vez, por nos enriquecer com o seu conjunto de obras e suas reflex√Ķes t√£o sens√≠veis.

    Visite a exposição! http://www.pessoabonita.com.br/artista.php?id=77&tipo=2

  • Paradoxo do nosso tempo

    Data: 01/02/2012 | Categoria: Passaram por aqui | Coment√°rios: 1

    01 de Fevereiro, Dia do Publicit√°rio.

    Estou agora numa sala onde estive pela primeira vez com o Alexis (Arag√£o); uma pessoa muito¬†especial… Gentil, criativo,¬†esbanjando entusiasmo, cheio de sensibilidade.

    N√£o bastasse tantas qualidades √© irm√£o g√™meo da B√°rbara, escritora e¬†artista pl√°stica, que voc√™ poder√° revisitar na nossa Galeria de Arte e visualizar alguns dos seus trabalhos aqui mesmo, no topo da p√°gina, junto com outros artistas.¬†√Č s√≥ ir clicando…¬†Um requinte.

    Ele estava terminando o curso de publicidade e conquistou, junto com mais quatro colegas, o pr√™mio de melhor produ√ß√£o publicit√°ria acad√™mica, no nono Concurso Talentos da Publicidade, realizado pela afiliada da Globo ‚Äď TV Rio Sul, RJ,¬†em 2010.

    ‚ÄúParadoxo do Nosso Tempo‚ÄĚ √© o t√≠tulo do an√ļncio, e tem como tema a preserva√ß√£o do meio ambiente.

    Encantei-me com o v√≠deo e ensaiei maneiras de public√°-lo… Enquanto decidia, deixei guardado.

    Hoje, aqui, com agrad√°veis lembran√ßas e saudades do Alexis, um momento oportuno para abrir a “gaveta” e lhe apresentar.

    Se voc√™ faz parte do imenso grupo em que tudo anda acelerado, em que os apelos comerciais pressionam e confundem; em que h√° falta de tempo para identificar e dimensionar¬†valores… Assistir lhe far√° bem.

    Observe a riqueza da mensagem, em 25 segundos!

    Clique aqui: UNIFOA TALENTOS

         Grande abraço,

  • Mendes – RJ

    Data: 15/11/2011 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 1

    Mendes √© uma cidadezinha do interior do Estado do Rio de Janeiro. Ocupando uma √°rea de 77.288 m2, abriga, de acordo com o censo de 2010, 17.935 habitantes. Cercada pela exuber√Ęncia da Mata Atl√Ęntica, possui um clima tido como o 4¬ļ melhor do mundo. Apesar dessa qualidade, ainda n√£o explora o turismo tanto quanto deveria e merece.

    De um longo per√≠odo de prosperidade, alavancada por um frigor√≠fico e uma f√°brica de papel, empresas hoje desativadas, sobrevive de pequenas arrecada√ß√Ķes,¬†resultando em investimentos prec√°rios, o que interfere na qualidade de servi√ßos b√°sicos, como educa√ß√£o, sa√ļde e saneamento.

    Digo-lhe que foi justamente nessa terra, que enterraram meu umbigo; destino usual para quem nascia através das ágeis mãos das parteiras. No meu caso, e para sorte minha, era ofício voluntário da minha avó materna, que ainda somava ao dom, o de contadora de histórias, além de eficaz benzedeira. efghij Entre ramos de arruda, magia de contos e muita reza, moldei meus primeiros anos de vida.

    Excluindo o mercado imobili√°rio, estranhamente tudo aqui √© mais barato, e sempre tenho a sensa√ß√£o de que o com√©rcio, que se percorre em poucos passos, numa mod√©stia aparente, √© capaz de suprir tudo, pois tudo o que aqui procuro, acredite… Acho.

    Todo domingo, pela manh√£, a pracinha do centro fica mais rica e alegre, com a apresenta√ß√£o de m√ļsicas da mais alta qualidade, exibidas por ex√≠mios artistas de perto. Entre uma e outra, √†s vezes tamb√©m se recita versos.

    Isabelle, de 14 anos, √© a minha mais nova amiga. Foi ela que escreveu sobre as aulas de filosofia, l√° no www.pessoabonita.com.br/kids . √Č filha do Edinho, taxista local que muito bem nos atende, e que, por se tornar amigo, acabou nos trazendo ela, que de t√£o inteligente e sens√≠vel, acolhi como um presente.

    Mas, o que mais me encanta em Mendes √© o jeito espont√Ęneo e confiante das pessoas. Aqui, ainda se compra para pagar depois, anotando em cadernetas. Os cumprimentos s√£o amistosos, e voc√™ conversa¬†com algu√©m que parece¬†parte da sua vida, embora sequer uma vez tenha visto.

    Pois, essa √© a minha origem… Quando meu cora√ß√£o me avisa, pelo ritmo das batidas, que precisa de leveza, confian√ßa e simplicidade, essa √© uma das fontes na qual me abaste√ßo, e de onde retorno, agradecida.

    Desta vez descobri um Hospital de Brinquedos, conduzido por pessoas cheias de paixão e boa vontade. Existe há 06 anos. Ainda nesta semana lhe contarei sobre ele. Agora lhe escrevo de dentro do carro, e já estou de partida. Apenas queria lhe apresentar a cidade e, através do gesto, reacender valores que às vezes tomamos como que extintos. Desculpe-me! Com isso, é possível que já tenha ocupado demais o seu tempo.

        Tenha uma ótima semana!

        Grande abraço,

        Fontes:

        http://www.mendes.rj.gov.br/turismo.html  / http://pt.wikipedia.org/wiki/Mendes

  • Receita para a Clara e o Jorge

    Data: 27/11/2011 | Categoria: Sabores | Coment√°rios: 2

       Sanduiche com Pão Sírio Рreceita especial para a CLARA e o JORGE

     Ingredientes (para cada porção)

     Pão sírio (01 grande ou 02 pequenos)

    02 folhas de alface

    03 colheres das de sopa de cenoura ralada

    03 fatias finas de tomate

    03 fatias de picles de pepino

    03 fatias de peito de peru

    05 colheres das de sopa de queijo picado (prefira o branco ou cottage)

    Azeite e sal a gosto.

    Peguem um pão árabe grande dobrado ou dois pequenos. Coloquem no meio o queijo, o peito de peru e a cenoura ralada. Aqueçam. Após o aquecimento, acrescentem o resto dos ingredientes temperando com azeite e sal. Acho uma boa idéia saborear com vocês, pois estou com muita saudade. Abraço.

    Crédito: foto retirada do site http://www.confeitariaxv.com.br/sanduiche-pao-sirio.html

  • Data: 19/01/2012 | Categoria: Sinopses | Coment√°rios: 0

    ¬†Com a linha do tempo, ponto a ponto, tecemos nossas hist√≥rias…

    Em destaque:

    Nessa história, o desafio surge a partir dos avanços da tecnologia, quando o sistema analógico migra para o digital. Calino, fotógrafo maduro e já consagrado, precisa refazer sua trajetória a partir do novo paradigma. Naquele momento, a vida lhe oferece duas alternativas: mudar ou estagnar a carreira. Aos 55 anos ele, corajosamente, decide pela mudança, provando que cada instante nos abre a possibilidade de um novo começo, desde que estejamos dispostos a sair da zona de conforto e nos aventurar na construção de novos enredos. 

    Saiba mais clicando aqui: pessoabonita.com.br/?page_id=2438

    Abraços,

  • O Photoshop da Raz√£o √© o Encanto

    Data: 23/01/2012 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    √Č cab√≠vel uma¬†vers√£o moderna de ‚Äúquem ama o feio, bonito lhe parece‚ÄĚ.

    Foi assim que, num momento de desencanto, pensei ser o encanto, o photoshop da raz√£o.

    Encantados tudo se ajusta, faz sentido, se equilibra; as imperfei√ß√Ķes desvanecem.

    Quando quebrado o encanto, como que por encanto, moldados na realidade, nos ditames da razão, os defeitos aparecem.

    E isso, às vezes, de modo tão contundente, que assusta, atordoa. Tangencia o insuportável. Obriga-nos um lenitivo.

    Percorro imagens, folheio livros,¬†silencio… At√© que o rastro do encanto, de novo chegue e adentre.¬†

    Tem dia que tor√ßo a que chegue… Meia noite… Como que por encanto, amanh√£, que j√° √© quase, sempre ser√° outro dia… Que venha!

  • Inc√™ndios (Incendies)

    Data: 27/01/2012 | Categoria: Sugest√Ķes | Coment√°rios: 0

    Este filme já estreou há um ano e você encontrará milhares de páginas falando sobre ele. Dentre elas: 

    http://www.cineclick.com.br/criticas/ficha/filme/incendios 

    Uma constru√ß√£o inteligente, com di√°logos marcantes e um desfecho surpreendente. Quem me recomendou foi o amigo e professor/consultor Ernani Mazza. Estou apenas repassando… Com muito ENTUSIASMO.

    Se ainda n√£o assistiu, e est√° atr√°s de um¬†program√£o para o fim de semana, eis a√≠ uma boa dica… Abra√ßos,

    PS: J√°¬†conheceu a Hist√≥ria do Calino no “Ponto a Ponto”? Se ainda n√£o, v√° ao pessoabonita.com.br/?page_id=2438

  • Receita da Clara – Sabor de Amizade

    Data: 28/01/2012 | Categoria: Sabores | Coment√°rios: 1

    Um dia desses, chegando em casa e ainda no corredor, ouço o interfone. Depressa, abro a porta, atendo, e era a Clara, minha vizinha e querida.

    Sabe quando você chega e a geladeira está vazia, nada no armário e uma fome que precisa de paciência para esperar a entrega de algum restaurante?

    A√≠ ela me diz que tinha acabado de fazer uma receita,¬†deliciosa, e o Jorge marido¬†estava subindo para me levar um pouco. Nossa! Mais que um agrado… Uma d√°diva!

    E j√° que √© final de semana, vou lhe passar a receita. Aproveite e fa√ßa! √Č f√°cil demais e ela n√£o exagerou na dimens√£o da del√≠cia. Mais ainda porque tem sabor de amizade. Veja a√≠…

    Ingredientes:

    20 fatias de presunto magro

    20 fatias de mussarela

    01 embalagem de molho pronto de tomate

    20 tiras de peito de frango

    01 lata de milho

    01 lata de creme de leite

    100g de queijo parmes√£o ralado (prefira o ralado na hora)

    Como fazer:

    Bata no liquidificador o milho com o creme de leite e reserve.

    Ligue o forno para j√° ir aquecendo.

    Pegue uma fatia do presunto, coloque por cima a mussarela e no meio o peito de frango. Enrole. Faça isso com cada fatia e terá 20 enroladinhos. Arrume em uma assadeira e espalhe por cima o molho de tomate. Cubra com a mistura batida no liquidificador, e finalize salpicando o queijo parmesão ralado. Leve ao forno a 200 graus, já pré-aquecido, e deixe por aproximadamente 20 minutos.

        Um ótimo final de semana pra você!

        Abraços,

     

    PS: J√°¬†conheceu a Hist√≥ria do Calino no “Ponto a Ponto”? Se ainda n√£o, v√° ao pessoabonita.com.br/?page_id=2438

  • Empurradinha num cadeirante…

    Data: 31/01/2012 | Categoria: Sugest√Ķes | Coment√°rios: 1

    Vasculhando a internet me deparo, via blog da Mari (Arte com Estilo), com¬†dicas sobre¬†”Como dar aquela empurradinha num cadeirante…”¬†

    O texto √© do jornalista da Folha, Jairo Marques. Detalhe: ele √© cadeirante, portanto, sabe muito bem o que diz… Imposs√≠vel n√£o rir do jeito brincalh√£o que apresenta.¬†D√™ um tempo, leia e se divirta!qq

    qqq

    * A primeira dica e mais importante √© a seguinte: nunca v√° empurrando o cadeirante que nem um carrinho de compras, sem dizer a ele que voc√™ vai ajud√°-lo. Por melhor que seja a sua inten√ß√£o, √© uma sensa√ß√£o muito ruim quando algu√©m que a gente n√£o conhece vai dizendo assim: ‚ÄúDeixa que eu te ‚Äėempurro‚Äô! Descansa o bra√ßo. Tira a m√£o da√≠‚ÄĚ.

    Imagine algu√©m que voc√™ nunca viu na vida chegar e ir te pegando. A cadeira faz parte, de certa maneira, do corpo do cadeirante. Muitos t√™m tanta habilidade e preparo f√≠sico e raramente precisam de ajuda. Mas h√° casos que uma ‚Äúm√£ozinha‚ÄĚ vai muito bem! O melhor a fazer, se voc√™ quer ajudar, √© perguntar: ‚ÄúVoc√™ precisa que eu te empurre?‚ÄĚ

    E caso a ajuda for dispensada, pelamor, n√£o sai dizendo por ai que deficiente √© tudo revoltado ¬†. N√£o tem nada a ver. √Č que, √†s vezes, a gente gosta de se virar sozinho, mesmo.

    * A coisa mais chaaaata do mundo pra um cadeirante √© quando o seu ‚Äúcondutor‚ÄĚ diz assim: ‚ÄúVamu d√° uma corridinha. Segura ai Ayrton Senna do Brasil sil sil‚ÄĚ. √Č de lascar . Muitos deficientes que usam cadeira de rodas t√™m problemas de equil√≠brio e movimentos muito bruscos deixam a gente em p√Ęnico!

    * Caso voc√™ for dar aquela carona para o cadeirante e estiver em grupo, evite ser o ‚Äúthe flash‚ÄĚ e sair correndo. Num sei qual a raz√£o, mas quem est√° levando o cadeirante anda sempre √† frente de todo mundo, mais r√°pido que todo mundo. Desse jeito, papo entre amigos durante o percurso √© imposs√≠vel!

     

     

    * A gente vive num país onde calçada boa é que nem nota de R$ 100 na minha carteira, uma fantasia . Tente desviar dos buracos, dos desníveis quando tiver levando a cadeira. As rodinhas dianteiras se prendem com facilidade em terrenos acidentados.

    O cadeirante, pode ter certeza, presta muita atenção no caminho (porque é ele quem meterá a cara no chão se cair, né?), então, vá  seguindo o direcionamento que ele der nas rodas.

    * Em terrenos muito acidentados, cal√ßadas sem nenhum padr√£o ou mesmo de paralelep√≠pedos, aquelas que transformam nosso ‚Äúc√©lebro‚ÄĚ em milk shake de tanto ‚Äúbalangar‚ÄĚ , o ideal √© que o condutor empine a cadeira um pouco para tr√°s, andando somente com as rodas traseiras. Voc√™s n√£o sabem o al√≠vio que d√°!

     

     

    * Para descer uma guia sem rampa com um cadeirante ou seja, a maioria das guias, né, não? Há duas maneiras: Para os iniciantes, o melhor é descer a cadeira de marcha a ré. Para quem já é craque, basta empinar a cadeira e descer com as duas rodas traseiras. Para subir a guia, erga as rodinhas da frente, coloque sobre a calçada e, em seguida, empurre, pronto, subiu!

    * Em manobras curtas, como parar em baixo de uma mesa, encostar na porta do carro, deixe o cadeirante se virar sozinho. √Č broca quando a pessoa vai empurrando a gente e batendo em tudo que √© lado . Nesses casos, o melhor mesmo √© deixar que a gente se acomode.

    * Quando foi subir uma rampa, evite dar impulsos muito fortes para dar aquele ‚Äúembalo‚ÄĚ. O melhor √© andar num ritmo normal, mesmo. A chance de evitar um acidente √© maior. Tamb√©m n√£o reclame com o cadeirante por ele ajudar no embalo tocando a cadeira ao mesmo tempo em que voc√™ empurra. √Č bom para os dois!¬†

     

     

    * Se voc√™ ajudar o cadeirante em apenas um trecho. Duas quadras de uma rua, por exemplo, avise a ele o trajeto da ‚Äúcarona‚ÄĚ. N√£o abandone a cadeira sem dizer nada, ‚Äún√≥is‚ÄĚ √© tudo carente e pega sentimento r√°pido .

    * Como todo mundo √© ‚Äúserumano‚ÄĚ, √© natural que em um descuido a rodinha dianteira da cadeira de rodas se prenda em algum obst√°culo da cal√ßada e o bicho pega. A tend√™ncia √© que o corpo do cadeirante, em geral bem mamulengo pela falta de equil√≠brio, se mova para a frente com destino ao ch√£o.

     

     

    Nesse momento, seu reflexo ser√° fundamental para evitar um galo na nossa cabe√ßa! Leve o bra√ßo pra frente do corpo do cadeirante e puxe o ‚Äúmatrixiano‚ÄĚ para tr√°s. Se tudo der certo,¬†ter√° sido um susto!

     Gostou e quer conhecer mais o trabalho dele?

    Visite o http://assimcomovoce.folha.blog.uol.com.br/arch2008-09-28_2008-10-04.html

    Essa é minha dica.

        Abraços,

  • Visite o Kids!

    Data: 07/02/2012 | Categoria: Sugest√Ķes | Coment√°rios: 0

    lçççççççç

    ççççççç

    Vá lá no www.pessoabonita.com.br/kids  visitar a gente. Tem um monte de novidades.

    A √ļltima √© uma receitinha de Suco de Goiaba que eu preparei.

    Uma delícia.

    Bjss,

    J√ļlia.

  • Reaprender √© poss√≠vel… E preciso.

    Data: 09/02/2012 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

     

    Padre Fábio de Melo é uma pessoa que tem o dom da oratória. Além disso, demonstra uma vasta cultura e, apesar de relativamente jovem, acumula sabedoria.

    Trata-se de algu√©m a quem vale a pena ouvir o que tem a dizer, n√£o importa qual seja a nossa religi√£o ou, at√© mesmo, nenhuma. O que¬†comunica transp√Ķe os discursos religiosos; √© predominantemente imparcial, sens√≠vel e inteligente.¬†

    Outro dia, falou que somos um terreno sagrado, portanto deveríamos estar muito atentos sobre quem deixamos acampar dentro dele. 

    Tenho estado a pensar sobre isso; talvez por me chamar a atenção a forma apressada, imediatista e descuidada, com que hoje nos relacionamos. 

    Num exerc√≠cio de superficialidade e descarte constante,¬†a arte de representar se tornou t√£o refinada que quem finge, o faz como verdadeiro. O que √© falso tornou-se aut√™ntico… Pervertemos.¬†

    √Č poss√≠vel considerar¬†tal modelo como vi√°vel e normal, pois, assim como nos adaptamos √†s novas tecnologias, n√£o h√° por que n√£o nos adaptarmos a novos comportamentos.¬†

    Mas, será cabível aceitar como humanamente saudável calejar tanto a alma a ponto de perdermos o acesso a valores como confiança, reconhecimento e respeito? 

    Se n√£o, ent√£o qual a sa√≠da? Venho me perguntando. Porque h√°. Apenas j√° n√£o funcionam as f√≥rmulas antigas… O olho no olho n√£o faz sentido para quem desaprendeu a enxergar; a palavra j√° n√£o faz sentido quando sua fun√ß√£o tornou-se¬†inconsequente, obsoleta.¬†

    Nossa gera√ß√£o, desafiada por m√ļltiplas mudan√ßas, tem que encarar mais essa… Na cancela do acampamento h√° que se reconsiderar os c√≥digos de entrada… E de sa√≠da.¬†

    Enquanto isso concedo livre acesso √† J√ļlia, Sara, Isabelle, Ana Luiza, Duda, Maria Paula,¬†ao Guilherme… Crian√ßas e adolescentes que me apontam para seres humanos vi√°veis.¬†

    Por elas,¬†reaprender √© poss√≠vel… E preciso.

        Uma ótima tarde para você!

        Abraços,

  • Se podemos simplificar, para que complicar?

    Data: 17/02/2012 | Categoria: Elogios | Coment√°rios: 3

    Tem dia que a gente acorda meio agoniada; um monte de coisinha pegando e aquela sensa√ß√£o de que o lema do mundo √©: “Se podemos complicar, para que simplificar?”. A√≠ aparecem algumas pessoas inteligentes, cheias de boa vontade, mostrando que h√° luz no final do t√ļnel.

    Por conta disso são justos alguns elogios.

    Come√ßando pela¬†S√īnia, minha “Personal Help”.

    Estranhou o termo? Se n√£o existe acabo de inventar… √Č aquela pessoa (tamb√©m conhecida como dom√©stica ou diarista), que voc√™ contrata para arrumar sua casa.¬†Os anos v√£o passando, os v√≠nculos v√£o se estreitando, ela lhe d√° uma m√£ozinha daqui, outra dali, lhe ouve quando voc√™ est√° √† beira de jogar a toalha, ri quando do riso √© tudo o que voc√™ precisa… E quando a sensa√ß√£o de que o¬†universo¬†resolveu¬†conspirar para dificultar sua vida, ela aparece com um prato, na “minha” frente,¬†cheio de melancia. Que adoro! √Č esse que voc√™ v√™ na foto. N√£o h√°¬†des√Ęnimo que resista a esse tipo de gesto. √Č bem o estilo dela.

    Depois à Michele Vieira, da Secretaria da Fazenda de Volta Redonda. Um monte de burocracia para enfrentar e ela, na mais absoluta boa vontade, e paciência, administrando com serenidade o sufoco próprio desse tipo de atendimento; consegue transformar uma experiência chata numa experiência prazerosa, pois até os transtornos de uma potencial burocracia se dissolvem com a qualidade do atendimento e uma evidente eficácia.

    E tem a Gilciane Magalh√£es, do cart√≥rio do primeiro of√≠cio, tamb√©m de Volta Redonda, com as mesmas caracter√≠sticas da Michele. Lavrar uma escritura, que alguns nos fazem crer ser um bicho de sete cabe√ßas, pelo tanto de documenta√ß√£o, certid√Ķes e taxas, vira coisa f√°cil. Pela sua objetividade, pelo tom de voz, pelo profissionalismo. Se precisar dar conta dessa tarefa, √© simples. Basta seguir o seu passo a passo.

    Para completar me liga o Wanderlei Rocha, supervisor do SAC da Lorenzetti, me apresentando a solu√ß√£o para um caso que eu j√° considerava perdido. Comprei errado em dezembro 02 refis de filtros. Descoberto o erro, a loja, virtual,¬†enfatizou que havia passado o prazo de troca e que eu deveria resolver o problema diretamente com a Lorenzetti; depois de v√°rios argumentos e recusas, sempre com a sensa√ß√£o de que estava interagindo com rob√īs e n√£o com pessoas, ele me liga para dizer que compreendeu meus argumentos, considerou que eram justos, colaboravam com a empresa, agradeceu, pediu desculpas e liberou a troca.

    Conclus√£o: Se podemos simplificar para que complicar?… Foi o que inspirou cada elogio.

        Um ótimo feriadão para você!

        Grande abraço,

  • Receita para o Gustavo

    Data: 01/03/2012 | Categoria: Sabores | Coment√°rios: 1

    Gustavo é um jovem lindo, responsável, estiloso e cheio de gentileza.

    √Č neto da Marilena, uma das minhas primas mais queridas. J√° lhes falei sobre ela.

    Mora l√° em Mendes e √© irm√£o do J√ļnior e do Rodolfo. Umas gracinhas tamb√©m.¬†

    Como adora erva cidreira, vendo essa receita, me lembrei dele.

    Experimente aí, Gustavo!

    Logo, logo irei a Mendes e quero tomar junto com você.

        Veja!

     

    ‚ô• Refresco de Erva Cidreira e Hortel√Ę

    180ml de erva cidreira picada

    180ml de folhas de hortel√£

    pedras de gelo

    01 litro de √°gua.

    ♥ Bater bem no liquidificador, coar, adoçar a gosto e, driblando esse calorão, se deliciar.

     

        Abraço muito apertado,

  • FALANDO EM VITA… √Ä VIDA!

    Data: 11/03/2012 | Categoria: Elogios | Coment√°rios: 0

    Questiono as frases feitas, mesmo os ditos populares, famosos pela sabedoria, como ‚ÄúDeus d√° o frio conforme o cobertor‚ÄĚ.

    Neste caso, se verdadeiro, tantas pessoas não abstrairiam a própria vida, seja de uma só vez ou paulatinamente, tal como ocorre com os que sucumbem às drogas, talvez.

    Mas a f√© dispensa explica√ß√Ķes, sobrevive aos ditos; desobedece √† percep√ß√£o da l√≥gica,¬†n√£o passa pelo vi√©s da raz√£o. Al√©m disso, seja como for,¬†√©¬†dif√≠cil viver sem ela.

    Isso porque a vida comumente nos confronta com inesperados tsunamis. N√£o aqueles, que esgotam os notici√°rios, como o √ļltimo do Jap√£o, mas os que perpassam, anonimamente, pelos bastidores da nossa exist√™ncia. Chegam de supet√£o, devastam, e nos deixam a¬†recompor o que resta… No cora√ß√£o, na mente, no corpo, at√© mesmo.

    E se temos f√©, ou somos s√°bios, enfrentamos o desafio; dos m√ļltiplos cacos criamos novos mosaicos, aprendemos com a reconstru√ß√£o.

    Pois, é assim, cheia de caprichos, a história das nossas vidas.

    Aliviada e¬†enriquecida,¬†componho um novo mosaico. Aproveito, publicamente,¬†para elogiar e dizer obrigada a toda equipe do HOSPITAL VITA,¬†de Volta Redonda, Estado do Rio de Janeiro, que bem ajustou o processo. Na dire√ß√£o o Dr R√īnel Mascarenhas, t√£o h√°bil no exerc√≠cio m√©dico quanto nas quest√Ķes humanas.

    No comando da a√ß√£o, o Dr Wilson de Oliveira Jr, cirurgi√£o geral e mais que colega, mais que amigo; um irm√£o. Dr Milton, anestesiologista… Enfermeira Fel√≠cia… Enfim, uma grande equipe m√©dica, de enfermagem e de suporte, predominantemente dedicada, acolhedora e eficaz, que nos ajudou a compor as pe√ßas.

    Lannes, figura √≠mpar, dispensa palavras, pois, de t√£o bom e t√£o generoso, virou anjo. Demanda¬†gratid√Ķes √† parte.

    Para finalizar, digo-lhe que ontem tivemos um encontro presencial com algumas do www.pessoabonita.com.br/kids. Veja lá! 

    Perguntaram o que comemorar√≠amos… Eram tantas as raz√Ķes, que propus simplificar: A VIDA!

    Foi o que fizemos!

        Abraços,

  • F√°tima Regina da Veiga Tostes… Tesouro de Amiga

    Data: 22/03/2012 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

     

    Fátima e eu nos conhecemos há muitos anos atrás durante um curso médico, no Rio de Janeiro, onde ela mora. 

    Certo dia¬†me convidou para que dormisse em sua casa e, na manh√£ seguinte, prossegu√≠ssemos com os estudos…

    Lá, no auge de um assunto, surge seu filho Bernardo, uns seis anos de idade, com minha bolsa em uma das mãos e uma peça de roupa na outra. Disse: Toma! Aos risos, entendemos prontamente o recado. Era hora de me mandar embora; já lhe havia ocupado demais a mãe. 

    Agora, formado em Designer, estuda Administra√ß√£o, faz um Petit Gateau como ningu√©m e, algo me diz, n√£o escapar√° das teias da culin√°ria… √Č s√≥ uma quest√£o de tempo.

    Vitor era o mais novo; marrento,¬†fazia me sentir intrusa, conquist√°-lo n√£o foi nada f√°cil. Numa noite dei¬†a ele¬†um dinheirinho e me pediu, em tom de cumplicidade, que quando fosse dormir guardasse¬† embaixo do colch√£o¬†(eu dormia na cama dele…¬†Era justo me achar intrusa). Atendi e me diverti¬†diante das¬†m√ļltiplas moedinhas em meio a c√©dulas mal dobradas.

    Prova de confian√ßa… Hasteou-me a bandeira branca!

    Hoje, saindo da adolesc√™ncia, estuda Direito e participa, administrativamente,¬†dos neg√≥cios da fam√≠lia… Recordando a hist√≥ria do colch√£o, assim era de se esperar.

    F√°tima e eu gost√°vamos tamb√©m de visitar lojas; conhecer novidades. Na primeira ida fomos a um shopping bem chic especializado em decora√ß√£o. L√°¬†nos deparamos com um sof√° estampado; t√£o espalhafatoso quanto um holofote, al√©m de me parecer imenso… E car√≠ssimo.¬†Pois, lhe digo, mal acreditei quando ela entrou na loja e sem titubear, comprou o sof√°. Nada demais n√£o fosse a sala dela pequena… Deu um jeito, e acho at√© que ficou lindo.

    Esse foi apenas o in√≠cio de muitas¬†situa√ß√Ķes engra√ßadas e os primeiros pontos da trama de uma extensa e s√≥lida amizade, tecida com muito zelo, afeto, respeito, comprometimento, admira√ß√£o e humor. Uma das mais belas e preciosas obras que me orgulho de ter cultivado.

    Agora estou lhe contando essa hist√≥ria porque domingo ela me ligou e conversamos por mais de uma hora. Est√° empenhada em me ajudar num assunto e n√£o √© do tipo que¬†teoriza ou pergunta… Impetuosa,¬†fiel ao¬†estilo¬†sof√°, simplesmente¬†chega e faz; acode¬†sem ensaiar.

    Desligado o telefone, ligo novamente e digo:

    - Terminamos de conversar e me vi t√£o agradecida por¬†nossa amizade que precisava lhe dizer isso… E desliguei engasgada.

    De tão emocionada e feliz, chorei muito; tenho a certeza de que ela também, do outro lado.

    A imagem da foto √© o √ļltimo presente que me deu. Uma almofada com pedrinhas coloridas nos cantos, acolchoada com ervas e aroma de ch√°.¬†Como n√£o¬†decifrei o que era, disse-me que √© para servir de apoio √†s x√≠caras.

    Se fosse outro presente, uma xícara, a propósito, não seria escolha dela. Certamente, deu pra você notar.

        Abraços,

     

     

     OBS: para ler e postar comentários, clique sobre o título.

  • S√≠ndrome de Down: Exposi√ß√£o com Olhar Imperd√≠vel

    Data: 20/03/2012 | Categoria: Sugest√Ķes | Coment√°rios: 1

  • Olhar Down: S√≥ para lembrar…

    Data: 01/04/2012 | Categoria: Elogios | Coment√°rios: 0

    A exposição Olhar Down irá até o dia 04 de abril. Se ainda não visitou, sugiro que faça isso. Será um presente a você; o trabalho está lindo.

    Parabéns a todos que, junto com a APAE, acreditaram e se envolveram na ação; dentre eles os fotógrafos Antonio Calino, Madson Graciano, Fabiana Fortini Calino, Magela Bastos, Tamis Brito, Nathany Marques, Ana Paula da Silva, João Marcos Coelho e Gabriel Borges.

    Elogios e agradecimentos muito especiais aos talentosos estudantes artistas. Vocês arrasaram!!!!!

    Ontem o Jornal Diário do Vale, de Volta Redonda, exibiu uma ótima apresentação sobre o evento assinada pela jornalista Clarissa Coli.

    Acesse¬†o conte√ļdo no¬†http://www.bancadigital.com.br/diariodovale/reader2/ , clique no √≠cone Edi√ß√Ķes e selecione a data 31de mar√ßo de 2012. V√° passando as p√°ginas at√© chegar na Lazer & Cia, com o¬†t√≠tulo OLHAR DIFERENTE .

    Um ótimo domingo para você!

  • M√£e de um AUTISTA… Com muito orgulho!

    Data: 02/04/2012 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 1

    Sou Cynthia Flores, mãe do Gabriel e do Daniel, essa criança linda da foto.

    Meu objetivo com esse texto √© partilhar as lutas contra os tabus e o preconceito; nossas dificuldades no dia a dia, mas, principalmente, a riqueza que a conviv√™ncia com um autista acrescenta em nossas vidas…

    Sempre me perguntam:

    - Qual o diagnóstico do seu filho?

    Eu digo: – Autismo Severo… Mas isso √© somente um r√≥tulo…

    Quando foi feito o diagn√≥stico, tudo se desmoronou √† minha volta. Senti um peso de dor enorme. Ang√ļstia, sensa√ß√£o de frustra√ß√£o, um vazio… Foi um per√≠odo muito dif√≠cil. Estar com o Daniel nas sess√Ķes, ouvir tudo o que me diziam sem me pouparem dos pormenores… Muitas vezes os meus pensamentos se misturavam com as vozes dos m√©dicos; e eu s√≥ queria sair dali.

    Mas, se foi muito difícil enfrentar esse período, hoje sinto muito orgulho por ter conseguido superá-lo.

    Conviver com um filho autista faz da sua vida uma caixa de surpresas. Tenho de reconhecer, n√£o √© f√°cil! Mas quando vejo um sorriso, ganho um beijo espont√Ęneo; quando escuto uma palavra, ou mesmo um som que signifique uma vontade, um pedido; quando sinto que ele raciocinou para fazer alguma coisa… A onda de felicidade que me toma, √© inexplic√°vel.

    Daniel frequenta escola regular, onde todos fazem um esforço enorme por ele. Não tenho problemas com os pais e as mães de outras crianças, pois todos foram esclarecidos quanto à sua condição. Os funcionários da escola estão sempre buscando aprender mais sobre ele e suas características.

    Cada dia é um dia, cada passo é um passo. A minha esperança é a minha força para lutar.

    √Č muito gratificante ver a evolu√ß√£o, constatar as diferen√ßas e essencialmente viver e sentir os momentos e emo√ß√Ķes que essas crian√ßas conseguem nos transmitir; fazer ver, sentir e viver!

    Se por um lado, quando tem as crises, mostra todo o seu lado agressivo, por outro, consegue nos dar um amor desinteressado e verdadeiro.

    Hoje olho para ele e, √† sua maneira, percebo-o como um menino normal. √Č especial porque consegue ensinar-me muita coisa, mostrar-me a beleza nas pequenas conquistas. Consegue tirar o melhor de mim e isso me deixa muito feliz… E com for√ßa para continuar essa luta e mostrar ao mundo, √† nossa sociedade, que eles tamb√©m t√™m direitos, eles tamb√©m podem ser felizes, apenas de uma maneira diferente da nossa… N√£o √© necess√°rio serem exclu√≠dos! S√£o capazes de fazer muito.

    Por reconhecer o privilégio dessa convivência, me orgulho de mostrá-lo a todos! Jamais tive vontade de escondê-lo do mundo.

    Realmente existem situa√ß√Ķes embara√ßosas e desagrad√°veis. Quando, por exemplo, sem motivo aparente decide jogar ao ch√£o tudo o que est√° √† sua volta, ou come√ßa a bater em quem se aproxima dele, reconhe√ßo que muitas vezes parece ser um menino malcriado, mas n√£o √©! Se tomarmos aten√ß√£o, em vez de criticar ao primeiro grito que ouvimos dele, conseguimos perceber que n√£o √© um menino malcriado, mas sim um menino que est√° ansioso por algum motivo. Nosso foco deve estar naquilo que motivou essa ansiedade, e procurar contorn√°-lo.

    Tudo o que escrevo, por enquanto, parece-me que só é entendido por alguém que passe ou já tenha passado pelo mesmo que nós. Mas, acredito na expansão desse entendimento, na capacidade de sensibilização da nossa sociedade, e luto por isso.

    Texto de Cynthia Flores - New Midia РBarra do Piraí / RJ

    ♥ ♥ ♥ Vista-se hoje de azul e conheça mais sobre o Autismo no http://www.autimismo.com.br/

    ♥ ♥ ♥ Mostre também o recadinho às crianças no www.pessoabonita.com.br/kids

  • Mari Sabel: um presente de hist√≥ria

    Data: 08/04/2012 | Categoria: Sugest√Ķes | Coment√°rios: 0

     

     

     

    Mari Sabel

      

    P√°scoa √© a festa crist√£ que celebra a ressurrei√ß√£o de Cristo. O ovo simboliza a chegada de uma nova vida… Renascimento… Data oportuna para lhe presentear com¬†uma bela¬†hist√≥ria.¬†

    Que ela lhe sirva como inspira√ß√£o! √Č o que desejo.

    Acesse clicando http://www.pessoabonita.com.br/?page_id=5852

        Grande e forte abraço,

     

  • O Grande Ditador

    Data: 16/04/2012 | Categoria: Sugest√Ķes | Coment√°rios: 0

    O Grande Ditador √© um filme americano, lan√ßado em outubro de 1940, onde, al√©m de atuar como diretor, Charles Chaplin representa dois personagens com perfis antag√īnicos: o barbeiro e o ditador Adenoid Hynkel, ambos de uma na√ß√£o fict√≠cia denominada Tom√Ęnia.

    √Č o primeiro filme totalmente falado de Chaplin.

    A história tem início no contexto da Primeira Guerra Mundial e satiriza o nazismo, o fascismo, e seus principais propagadores, Hitler e Mussolini.

    Hynkel, perseguidor dos judeus, aspira à dominação mundial e é o grande ditador dessa nação. Inicia uma primeira invasão, crucial para que atinja seu propósito de domínio.

    Anos atrás o barbeiro, quando cadete do exército, após um acidente passa vinte anos internado em um hospital e com amnésia. Quando retorna à sua loja, no gueto judeu, e ainda sem memória, fica chocado com as mudanças ocorridas na nação durante todo esse tempo. Acaba sendo capturado e conduzido a um campo de concentração.

    Acontece que o barbeiro e o ditador Hynkel são muito parecidos (lembre-se de que ambos são representados por Chaplin). Ao tentar fugir do campo de concentração é confundido pelos guardas como sendo o ditador, e não desmente. Por sua vez, o ditador, já vitorioso em sua primeira invasão, é confundido, por seus próprios comandados, com o barbeiro fugido do campo de concentração, sendo preso.

    O barbeiro, ent√£o, agora assumindo a identidade do ditador, √© levado para a capital da Tom√Ęnia onde ir√° proferir o discurso da vit√≥ria. Naquele momento, quando todos esperam um discurso impregnado de ideias anti-semitas, deparam-se com um discurso impregnado de ideias democr√°ticas, falando de direitos humanos j√° no contexto da segunda guerra mundial.

    Relendo o belo discurso e atenta a outros perfis de ‚Äúguerra‚ÄĚ, incluindo a crescente viol√™ncia, tanto urbana, quanto no campo, tenho a impress√£o de que o texto foi redigido ontem.¬†√Č certo que aqui no Brasil estamos vivendo um per√≠odo de prosperidade e euforia. Mas, prosperidade econ√īmica, amplia√ß√£o do conhecimento,¬†ascens√£o social… N√£o s√£o garantias de prosperidade humana. O¬†texto estimula essa reflex√£o. Para encurtar, selecionei apenas um par√°grafo.

        Leia!

    O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.

    A cobi√ßa envenenou a alma dos homens… levantou no mundo as muralhas do √≥dio… e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a mis√©ria e os mortic√≠nios.

    Criamos a √©poca da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A m√°quina, que produz abund√Ęncia, tem-nos deixado em pen√ļria. Nossos conhecimentos fizeram-nos c√©ticos; nossa intelig√™ncia, empedernidos e cru√©is. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.

    Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

    Se desejar conhecer mais v√° ao http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Grande_Ditador .

    Tenha uma ótima semana!

        Grande e forte abraço,

  • Data: 18/04/2012 | Categoria: Sugest√Ķes | Coment√°rios: 0

     

     

    Entre na Galeria de Arte e veja em exposição os belos trabalhos da artista  

    Mari Sabel.

    http://www.pessoabonita.com.br/galeria.php

  • Acessibilidade… Buscando o Ponto.

    Data: 28/04/2012 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    H√° muitos anos fiquei surpresa com a significativa quantidade de deficientes f√≠sicos nas ruas da Alemanha. A qualificada infraestrutura dos ambientes p√ļblicos lhes permitia circular livremente e confortavelmente, sem o menor confronto com obst√°culos.

    Naquele contexto, at√© ent√£o n√£o havia refletido sobre a for√ßada invisibilidade dos nossos deficientes.¬† Acessibilidade… Tra√ßando um paralelo com o Brasil, era esse o fator que nos diferenciava.

    Naquela época parecia estarmos longe de ocupar, internacionalmente, o status privilegiado que hoje ocupamos. Porém, nesse fator, de lá para cá nada mudou; merecendo ressalva a crescente e agravante proliferação de automóveis disputando espaços nas ruas.

    Sob o pretexto de ampliar e manter empregos, somos um país que desenfreadamente, incentiva a produção automobilística e o consumo. Compreensível, se nossos carros voassem, mas como precisam de estradas é de se estranhar seu estado. Deplorável.

    Pior que elas, s√≥ mesmo as cal√ßadas, denunciando o total descaso com os andantes, quanto mais com os cadeirantes, ou qualquer tipo de deficiente. N√£o h√° padroniza√ß√£o; n√£o h√° fiscaliza√ß√£o. Cada um faz dela, ou p√Ķe nela, aquilo que bem entende.

    Anteontem o Jornal Nacional exibiu mat√©ria sobre o assunto… Vergonhosa a constata√ß√£o, salvo poucas exce√ß√Ķes. Lament√°vel destaque, no √≠ndice de precariedade, para alguns Estados, como o Rio de Janeiro.

    Status privilegiado? √Č sensato n√£o deslumbrar com o ranking.

    Para merecer tal destaque n√£o basta fortalecer a economia e incentivar, irracionalmente, o consumo. √Č preciso, paralelamente, investir em tudo aquilo que nos remeta ao patamar da civilidade. Qualifica√ß√£o humana. Talvez seja esse¬†o ponto.

        Aproveite o feriadão! Tenha um ótimo final de semana!

        Grande abraço,

  • TRIO ANDANTINO apresenta: INTERMEZZO

    Data: 01/05/2012 | Categoria: Sugest√Ķes | Coment√°rios: 1

    Mistura perfeita: o charme da Lapa, o ambiente inspirador da Academia Brasileira de M√ļsica e¬†a primorosa sofistica√ß√£o do¬†TRIO ANDANTINO, com Lav√≠nia Cazzani, L√©lia Brazil e Andr√© Torres.

    Quem¬†gosta de¬†boa m√ļsica¬†n√£o deve perder, estando atento √†s refinadas composi√ß√Ķes de Lav√≠nia Cazzani, presente em bela exposi√ß√£o¬†na nossa Galeria de Arte.¬†Vale a pena revisitar:¬† http://www.pessoabonita.com.br/artista.php?id=56&tipo=1

  • Receita de Chocolate Quente

    Data: 08/05/2012 | Categoria: Sabores | Coment√°rios: 0

    Ganhei uma xícara linda da Berta e outra linda da Clara, parece até que combinaram. Curtindo esse friozinho gostoso não teve jeito: tudo no ponto para uma receitinha fácil de chocolate quente: Experimente!

    Ingredientes

    01 litro de leite

    01 lata de leite condensado de boa qualidade

    04 colheres de sopa de chocolate em pó (ou achocolatado)

    02 colheres de sopa de amido de milho (maizena)

    200g de creme de leite

    Modo de Preparo

    Bata todos os ingredientes no liquidificador. Despeje numa panela e leve ao fogo m√©dio at√© ferver e engrossar um pouco. Pronto. √Č s√≥ colocar nas x√≠caras e saborear com prazer. Uma del√≠cia!

        Abraços,

  • A√ß√£o Brasil Carinhoso

    Data: 15/05/2012 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    ‚ÄúBolsa-Fam√≠lia‚ÄĚ, ‚ÄúFome Zero‚ÄĚ, ‚ÄúBrasil Para Todos‚ÄĚ, ‚ÄúProUni‚ÄĚ, ‚ÄúMinha Casa Minha Vida‚ÄĚ, ‚ÄúProJovem‚ÄĚ… A lista do governo √© extensa, pois s√£o programas assistencialistas com r√°pida e difusa repercuss√£o, gerando votos certeiros.

    Anteontem, em rede nacional, a presidenta Dilma Housseff lan√ßou mais um: ‚ÄúA√ß√£o Brasil Carinhoso‚ÄĚ, que, segundo ela, tem como objetivo tirar da mis√©ria absoluta todas as fam√≠lias brasileiras que tenham, nessa condi√ß√£o, crian√ßas com at√© 06 anos de idade. http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2012-05-13/dilma-fala-em-rede-nacional-e-lanca-acao-brasil-carinhoso.html

    O horário era nobre e o dia das mães. Não por acaso, o discurso ensaiado, por vício da má política, repleto de palavras chaves - sentimentalistas - a começar pelo título.

    Coincid√™ncia ou n√£o, minutos ap√≥s seu pronunciamento o Fant√°stico, da Rede Globo, exibiu mais uma mat√©ria tratando da corrup√ß√£o; dessa vez envolvendo os milion√°rios desvios de verba no esc√Ęndalo dos precat√≥rios. http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1680298-15605,00-CASAL+ACUSA+DESEMBARGADORES+DE+ENVOLVIMENTO+EM+DESVIO+DE+R+MILHOES.html

    Associei uma coisa √† outra e me deparei com uma lacuna: ‚ÄúCorrup√ß√£o Zero‚ÄĚ. Programa j√° sugerido pelo senador Cristovam Buarque, em 2008. N√£o sendo assistencialista… Parece-me n√£o ter sido levado a s√©rio.

    Se lan√ßado, enxugaria a extens√£o da lista, pois, sem o escandaloso √≠ndice de corrup√ß√£o ter√≠amos verba para um plano de organiza√ß√£o social decente. √Č poss√≠vel.

    Bolsas? S√≥ as ecologicamente corretas, para ir ao supermercado e comprar, com o pr√≥prio dinheiro, fruto do pr√≥prio trabalho, uma bem ajustada cesta… Que nem precisaria ser b√°sica… Quem duvida?

    Tenho fé que um dia assim seja!

        Abraço,

     

     

  • Limonada Su√≠√ßa

    Data: 21/05/2012 | Categoria: Sabores | Coment√°rios: 0

     

    Limonada Suiça

    Delicia de receita no www.pessoabonita.com.br/kids

  • Engenheiro Tiago Amorim: DEZ

    Data: 26/05/2012 | Categoria: Elogios | Coment√°rios: 0

    Quando preciso de um atendimento, busco no interlocutor três características: cordialidade,  boa vontade e competência.

    Gosto das pessoas que atendem com naturalidade, sabendo que se é possível facilitar, por que complicar? Elas tornam a vida mais leve.

    Ontem fui atendida por uma pessoa assim… Tiago Duarte Amorim, Engenheiro de Telecomunica√ß√Ķes e Coordenador da Regional Sul do CREA,¬†no Estado do Rio de Janeiro.

    Há um ano tento a aprovação de um projeto (desmembramento de terreno) na Prefeitura de Mendes; cidade onde nasci e da qual, você bem sabe, sou fã. Lá parece que tudo é tão simples que quando me deparei com o entrave, especificamente na Secretaria de Obras, me espantei.

    Ap√≥s meses de busca √†s raz√Ķes, acabei por saber que¬†se fundamentam no n√£o reconhecimento do T√©cnico em Agrimensura, executante do projeto, como habilitado a assinar como respons√°vel. Diante do impasse, acabei recorrendo ao CREA.

    Com um simples documento, sem qualquer complicação, o Engenheiro Tiago Amorim afirmou: está habilitado. Assinou embaixo e me mandou em anexo o documento com a decisão normativa que prova.

    Nessa ‚Äúvia crucis‚ÄĚ acabei verificando que n√£o h√° um consenso, quanto ao respeito a essa norma, entre as prefeituras.

    Estou lhe contando a história não apenas para elogiar o Tiago (ele foi DEZ), mas também para que fique informado. Se você está em situação semelhante, vale a pena ler o anexo. 0047-92

        Abraços,

  • O Vigor da Natasha

    Data: 29/05/2012 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    ¬†dddddddddddddddd…….¬†

     A adversidade é algo que sabemos existir, mas não nos preparamos para enfrentar. Vivemos como se grandes problemas ou grandes tragédias só ocorressem com os outros, e assim nos conduzimos. 

    Quando chega uma turbul√™ncia n√£o raro atenuamos a dor com divaga√ß√Ķes… Deus escreve certo por linhas tortas… Uma delas. Neste final de semana ouvi a frase e me perguntei: Ser√°?…¬†¬†¬†

    Conheci a Natasha quase um bebê. Recentemente soube que há pouco, aos dezoito anos, morreu em um grave acidente.   

    Sendo a morte a outra face da vida, ela continua presente, e seus pais, Maristela e Noel, aprendem a reconhecer-lhe a presença, a ler suas mensagens contínuas, agora por outras vias.   

    Na primeira leitura Maristela criou o blog Marca do Bem;¬†nele apresenta o Projeto de Revitaliza√ß√£o Cantinho das Crian√ßas, do hospital da UFU (Universidade Federal de Uberl√Ęndia). http://marcadobem.blogspot.com.br/search?updated-min=2011-01-01T00:00:00-02:00&updated-max=2012-01-01T00:00:00-02:00&max-results=12 ¬†¬†¬†

    Entre o antes e o depois, justo a√≠, permeia o vigor da Natasha, fonte de motiva√ß√£o… Linda!¬†¬†¬†¬†¬†

      

    Parabéns Maristela, pelo belíssimo resultado! Rebeca também contou a história lá no http://www.pessoabonita.com.br/kids/ . Veja!

    Boa leitura e √≥timas realiza√ß√Ķes!¬†

    Um grande e solidário abraço,  

  • Pol√≠ticos brit√Ęnicos querem que escolas ensinem alunos a gostar do corpo.

    Data: 31/05/2012 | Categoria: Sugest√Ķes | Coment√°rios: 0

    Li hoje a matéria sob esse título e achei importante repassar a você.

    N√£o sei se h√° no Brasil um estudo semelhante, mas, tamb√©m aqui, √© crescente o referencial de autoimagem a partir de r√≠gidos padr√Ķes de beleza.

    √Č uma esp√©cie de droga ‚Äúl√≠cita‚ÄĚ, onde a oferta e a indu√ß√£o maci√ßa estimulam o consumo desenfreado de produtos e servi√ßos, que atendam as demandas da autoestima, a partir de um restrito ideal est√©tico.

    Creio que o resultado, seja qual for o pa√≠s onde o fen√īmeno ocorra, n√£o difere daquele constatado no Reino Unido.

    Sugiro que entre no http://www.prontuariodenoticias.com.br/noticias.asp?secao=DE&ID=14681, leia tamb√©m a mat√©ria e tire suas conclus√Ķes.¬†Vale a pena!

        Um ótimo dia pra você!

        Grande abraço,

  • O Corpo – Frei Betto

    Data: 07/06/2012 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    Frei Betto é um frade católico engajado politicamente e autor de mais de 50 livros, entre memórias, romances e ensaios, e vencedor de dois prêmios Jabuti.

    √Č mineiro, bonito, charmoso, mas, dentre tantos atributos, os que mais me atraem √© ser sens√≠vel, “antenado” e muito inteligente. Leio sempre o que tem a dizer, vale a pena, nunca √© tempo perdido.

    Visite o http://www.freibetto.org/index.php/artigos e ver√° que tenho raz√£o!

    No √ļltimo final de semana li seu artigo “O Corpo”, pertinente para o feriado de hoje.

    Corpus Christi √© uma express√£o latina que significa Corpo de Cristo. √Č um evento crist√£o baseado em tradi√ß√Ķes cat√≥licas. Uma festa onde se celebra a presen√ßa do corpo e sangue de Cristo, sendo um dos sacramentos da Eucaristia.

    Segundo as religi√Ķes crist√£s, na quinta-feira santa, dia que antecedeu a sua morte, Jesus Cristo reuniu os seus ap√≥stolos para a √öltima Ceia, quando disse: ‚ÄúIsto √© o meu corpo (apontando para o p√£o), e isto √© o meu sangue (apontando para o vinho)‚ÄĚ. Os cat√≥licos do mundo todo agradecem, ent√£o, o dom da Eucaristia, no qual acreditam ser Deus o alimento espiritual da alma.

    Fonte: http://pessoas.hsw.uol.com.br/corpus-christi.htm

    Eis o artigo!

    O Corpo – Frei Betto

    Em torno da festa cristã de Corpus Christi, vale lembrar que uma linha vertical divide os seres humanos entre vencedores e vencidos, aliados e inimigos, fiéis e hereges; desce da abstração da linguagem para atingir seu ponto mais cruel: a segregação de corpos.

    Uma pessoa é o seu corpo. Morto o corpo, desaparece a pessoa. Contudo, chegamos às portas do Terceiro Milênio num mundo dominado pela cultura da glamourização de corpos aquinhoados por fama, beleza e riqueza, e a exclusão de corpos condenados pela pobreza.

    A fome mata muito mais que a Aids. Por que a Aids mobiliza mais? Porque não faz distinção de classe. A fome é problema dos oprimidos e ameaça um terço da humanidade. Os premiados pela loteria biológica, nascidos em famílias que podem se dar ao luxo de comer menos para não engordar, são indiferentes aos famintos.

    A√ßougues virtuais, as bancas de revistas exaltam a exuber√Ęncia er√≥tica de corpos, sem que haja igual espa√ßo para ideias, valores, espiritualidades e utopias. Menos livrarias, mais academias de gin√°stica.

    A pol√≠tica das na√ß√Ķes pode ser justamente avaliada pela maneira como a economia lida com a concretude dos corpos, sem exce√ß√£o. Num mundo em que os objetos de luxo merecem venera√ß√£o muito superior ao modo como s√£o tratados milh√Ķes de homens e mulheres e o valor do dinheiro se sobrep√Ķe ao de vidas humanas, √© hora de nos perguntarmos como √© poss√≠vel corpos t√£o perfumados com mentalidades e pr√°ticas t√£o hediondas? E por que ideias t√£o nobres e gestos t√£o belos floresceram nos corpos assassinados de Jesus, Gandhi, Che Guevara e Chico Mendes?

    O limite do corpo humano não é a pele, é a Terra. Resta fazer esta certeza implantar-se na consciência.

    Fonte: http://odia.ig.com.br/portal/opiniao/frei-betto-o-corpo-1.448244

    Um ótimo dia pra você!

    Grande abraço,

  • Jo√£o Carlos Lannes: Puro Requinte

    Data: 12/06/2012 | Categoria: Elogios | Coment√°rios: 0

     

    João Carlos Lannes -grande e velho amigo do meu irmão Рcircundou minha vida por vários anos, sempre despercebido, por meu descuido, talvez. 

    Recentemente, num momento crítico em que cada gesto de compaixão e solidariedade se torna inesquecível, fez-se presente, como que por magia, e se instalou de vez.  

    Desde então, tenho, permanentemente, o privilégio do seu convívio, de ir aprendendo com ele.  

    N√£o se perde em divaga√ß√Ķes, √© assertivo… ‚ÄúEu sou o tipo de pessoa que s√≥ pega o √īnibus que vai direto pra S√£o Paulo, se parar em Aparecida n√£o me serve‚ÄĚ… √Ȭ†assim seu estilo.¬†¬†

    Age, resolve, compartilha, fazendo-nos crer que tudo na vida tem jeito, não precisa ser complicado, e pode ser divertido.  

    Tem um sítio onde só investe pensando em servir e agradar passarinhos, pois, sente-se em dívida com eles. Quando moleque os caçava, e não se desculpa por isso.  

    Apaixonado por tudo o que emana da natureza, outro dia afirmou que o melhor período do sítio é o da florada das laranjeiras.. 

    “Sentir no ar o perfume das flores, ver os p√°ssaros se alimentando daquilo que plantei…¬†Algu√©m at√© pode me dizer que eu encontro laranjas muito mais bonitas e gostosas no supermercado. Pode ser, mas acontece que l√° eu s√≥ vou comprar a laranja, a melhor parte eles n√£o t√™m¬†como vender”.¬†¬†¬†

    Esse √© o Jo√£o, o Lannes,¬†√ļltimo presente valioso, dentre tantos, que Deus me enviou gentilmente… N√£o foi por acaso… Para¬†ser sincera, eu andava precisando…¬†Deus sabia.¬†

        Que seja ótimo o seu dia! 

        Grande e forte abraço, 

     

     * O pássaro da foto é o Tiê Sangue. Lindo, né? Saiba mais sobre ele no http://www.bichosbrasil.com.br/tie-sangue/ 


      
     
     

      

     
     

       

     

  • Como quem rouba…

    Data: 22/06/2012 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    Sendo parte da natureza e dotados de racioc√≠nio, faz parte da nossa miss√£o exercitar o c√©rebro com qualidade: refletir, questionar, contribuir assertivamente, influenciar nas decis√Ķes e tamb√©m se responsabilizar por elas.

    Não nos compete o direito de viver no conforto da alienação, transmitindo a outros, sempre, a responsabilidade dos maus resultados.

    O tempo que gastamos com reclama√ß√Ķes in√ļteis deve ser utilizado em a√ß√Ķes conscientes, assertivas, que contribuam para a corre√ß√£o de distor√ß√Ķes e favore√ßam a constru√ß√£o de um mundo mais saud√°vel, justo¬†e verdadeiramente humano.

    Pensando assim, pincei, e sintetizei, a mat√©ria abaixo. Fresquinha. √Č meio chato¬†falar disso; admito. Mas, √© necess√°rio. Basta lembrar que a m√° aplica√ß√£o do dinheiro p√ļblico resulta em p√©ssimas consequ√™ncias, e que a m√° distribui√ß√£o de renda j√° come√ßa pelos cargos p√ļblicos.

    Ent√£o veja!

    Como quem rouba

    Fonte: http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/como-quem-rouba

    NOT√ćCIA: decis√£o da comiss√£o especial da C√Ęmara dos Deputados que transfere da Presid√™ncia da Rep√ļblica para o Congresso o poder de fixar o teto salarial do funcionalismo p√ļblico.

    QUANDO OCORREU A DECISÃO: em meia hora, na semana em que as atividades parlamentares estavam suspensas, em função da conferência Rio+20.

    O QUE REPRESENTA: anulação das duas reformas administrativas feitas pelos governos Fernando Henrique e Lula nas esferas federal, estadual e municipal, que fixavam um teto para os reajustes.

    SE APROVADA, QUAL A CONSEQU√ąNCIA? O Poder Executivo perde a prerrogativa de cortar valores acima do teto (hoje em R$ 26.723,13). Assim, o Congresso Nacional, as assembleias legislativas e as c√Ęmaras municipais ficam livres para autorizar o ac√ļmulo de vantagens (sal√°rios adicionais e aposentadorias, por exemplo) como bem lhes aprouver.

    O QUE PODE EVITAR TAMANHO ESC√āNDALO: a rea√ß√£o indignada da sociedade, da qual fazemos parte, impedindo que a decis√£o seja aprovada nas duas vota√ß√Ķes em plen√°rio da C√Ęmara e outras duas no Senado.

    Esteja atenta (o)!

    Uma ótima tarde para você!

    Grande abraço,

  • Novidade

    Data: 23/07/2012 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    Andei meio s√á√áumiA A A A¬†partir de agosto o Pessoa Bonita ganhar√° uma sede. Nos √ļltimos meses trabalhamos muito pra isso.

    Hoje a F√°tima,¬†tesouro de amiga, me fez uma alegre surpresa. Ela e o Carlinhos, seu marido,¬†vieram do Rio de Janeiro com o √ļnico prop√≥sito de¬†me fazer feliz, trazendo de presente o quadro da foto ao lado.

    Ele ocupar√° um lugar de destaque -¬†A parede principal de um valioso e aconchegante espa√ßo, a que demos o nome de Belas Conversas… Meu atual consult√≥rio. √Č uma obra¬†do artista Evandro J√ļnior… Sens√≠vel, delicada, bem elaborada, como pede o ambiente. Vindo da F√°tima e chegando assim, t√£o gentilmente, reveste-se de especial valor.

    Ficar√° acima¬†de uma pe√ßa de madeira, que protege a parede de atritos. O Jo√£o (Lannes) confeccionou essa pe√ßa e acompanhei passo a passo… As medidas, a escolha dos materiais, a lixa deslizando por ela, cada camada de verniz, escolhido atentamente… Puro amor, t√≠pico de cada um dos seus gestos.

    Tem sido assim, desses sutis detalhes, que estamos nos construindo. Em breve lhe apresentaremos. 

         Tenha uma ótima semana!

        Grande abraço,

  • A escolha do Edson

    Data: 20/08/2012 | Categoria: Passaram por aqui | Coment√°rios: 5

    Edson Satoshi Miyazato tem 27 anos. Filho de japoneses formou-se em Engenharia Ambiental atrav√©s de uma boa universidade p√ļblica, integrou-se √† j√° existente e bem estruturada empresa familiar, casou-se com quem amava, estava bem ajustado em sua cidade natal- Campo Grande, Mato Grosso do Sul, e mantinha na gaveta o desejo de ser m√©dico.

    H√° poucos meses decidiu sair da zona de conforto. Tirou o desejo da gaveta, prestou vestibular para medicina, foi aprovado, e eis que aparece aqui, em Volta Redonda, RJ, como o primeiro h√≥spede do Pessoa Bonita… Ainda nem inaugurado.

    A esposa Camila, muito inteligente, advogada, fluente no ingl√™s e ainda mais ousada, por for√ßa do amor e para sorte nossa,… chegou junto.

    Duas semanas passadas, por telefone, o Edson recebe a not√≠cia da sua aprova√ß√£o em um concurso p√ļblico, anteriormente prestado: engenheiro da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu√°ria). Uma conquista com a garantia de bom sal√°rio, plano de carreira, estabilidade, tudo o que milh√Ķes de brasileiros almejam e batalham para alcan√ßar.

    Indagado sobre o que faria com a informação, não se abalou. Sem titubear respondeu: Ué! Vou continuar na medicina!

    √Č assim esse rapaz; det√©m as r√©deas de si mesmo. Tal poder de decis√£o¬†depende de bem se conhecer, de confiar no pr√≥prio talento, decifrar seus desejos mais √≠ntimos e n√£o sucumbir aos apelos externos. Nos dias atuais? Coisa pouco comum, se n√£o rara.

    Edson Satoshi Miyazato será um ótimo médico. Impossível não ser.

    Parabéns aos seus pais pela sólida formação! O mundo agradece.

    Abraços,

    * Para ler e postar comentários clique sobre o título.

  • Recado para a Cecy

    Data: 09/09/2012 | Categoria: Passaram por aqui | Coment√°rios: 0

    Cecy Imthon √© chique. N√£o apenas porque se produz e tem um visual bonito (veja na foto¬†o detalhe da pulseira, feita por ela), mas, principalmente, pelo jeito gentil de ser, pela forma delicada com que se p√Ķe no mundo, em fam√≠lia, com os amigos.

    √Č daquelas pessoas que se fazem chiques atrav√©s dos gestos.

    Sabendo da particularidade e da import√Ęncia desse meu momento, dia desses me aparece no Pessoa Bonita com¬†dois presentes: a neta Raquel e uma almofadinha, feita pela prima, recheada de ervas, arom√°ticas e terap√™uticas.

    Uma semana depois trouxe a Fernanda, outra doçura de neta.

    Encantadas pela avó, os olhares das duas brilham. Não à toa batizaram sua casa de Spa da Vovó Cecy, pois, lá encontram as referências e o apoio para que se cuidem e se façam lindas.

    Obrigada, Cecy! √Č gratificante e encorajador ter voc√™¬†por perto.

    Grande e carinhoso abraço,

    * Obs: para ler e postar comentários, clique sobre o título.

  • Camila Matos… Simplesmente Camis.

    Data: 15/10/2012 | Categoria: Passaram por aqui | Coment√°rios: 1

    Camila √© a jovem linda e risonha da foto. Mais que isso… Uma Pessoa Bonita.

    Na √ļltima semana¬†nos enviou um texto,¬†destacado abaixo.

    Está morando com a gente e já dá sinais de partida. Seguirá seu curso e deixará seus traços.

    Sempre intensa, participativa, assume a vida com comprometimento, generosidade; não mero acaso.

    Interfere com delicadeza, e menos do que gostaria; torce por n√≥s com o desejo e a cren√ßa de que tudo dar√° certo…¬†√Č o que nos passa.

    Como j√° lhe falei, ela e o Edson s√£o nossos primeiros ‚Äúh√≥spedes‚ÄĚ… Parceiros nessa empreitada, que imp√Ķe a arte da concilia√ß√£o entre os acertos e os percal√ßos. √Č sempre assim o caminho¬†do empreendedorismo, das tramas do aprendizado.

    Ser um Empreendedor

    Ser um empreendedor é executar os sonhos, mesmo que haja riscos.

    √Č enfrentar os problemas, mesmo n√£o tendo for√ßas.

    √Č caminhar por lugares desconhecidos, mesmo sem b√ļssola.

    √Č tomar atitudes que ningu√©m tomou.

    √Č ter consci√™ncia de que quem vence sem obst√°culos, triunfa sem gl√≥ria.

    √Č n√£o esperar uma heran√ßa, mas construir uma hist√≥ria.

    Quantos projetos você deixou para trás?

    Quantas vezes seus temores bloquearam seus sonhos?

    Ser um empreendedor não é esperar a felicidade acontecer, mas conquistá-la.

    (Augusto Cury)

    O incentivo, Camila, é um eficaz combustível para a execução dos sonhos. Obrigada!

    Vocês passarão e nos deixarão melhores.

    Um grande e carinhoso abraço,

  • Observe a natureza!

    Data: 02/11/2012 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    Meu pai costuma dizer que para a gente se orientar na vida basta observar a natureza.

    Hoje é um dia em que estou a observar passarinhos. Não que quisesse, mas cantam alto e com tal entusiasmo, que me tomam a atenção.

    Em torno o mundo acelera; descuida, maltrata, polui, pede urg√™ncia e atropela. Os cinco sentidos aos poucos perdem sentido. Tanto est√≠mulo anestesia. √Č o que percebo e me inquieta. A despeito da turbul√™ncia os p√°ssaros seguem cantando. Observe!

    Agora, na varanda da churrasqueira, dirijo os olhos ao teto. Um casal construiu ali o seu ninho; na obra nasceram filhotes que esperam, avidamente, pelo alimento que chega. A mãe voa e volta, abastecida, cumprindo bem o seu rito.

    Enquanto atento, e ao som estridente dos cantos, ajusto o meu descompasso.

    …………………………………………………………………………………. Perpasso!

    Que seja bom o seu dia!

    Grande abraço,

  • No caminho com Maiakovisk.

    Data: 24/12/2012 | Categoria: Recado | Coment√°rios: 0

      Boa tarde, Levi!

    Veja abaixo o fragmento do poema ‚ÄúNo Caminho com Maiak√≥viski‚ÄĚ, sobre o qual lhe falei. Foi escrito pelo poeta brasileiro Eduardo Alves da Costa, e, injustamente, por erro de interpreta√ß√£o, atribu√≠do a Maiak√≥viski, poeta russo.¬†

    Como bem conversamos, creio que se encaixa em qualquer situa√ß√£o¬†onde nos tornamos ref√©ns da passividade‚Ķ F√°cil condi√ß√£o, numa √©poca em que os ladr√Ķes de valores da subjetividade alheia se apresentam com m√ļltiplas faces, n√£o raro diante do espelho… Roubam confian√ßa, gentileza, sinceridade, boa f√©, delicadeza… E tudo¬†de forma t√£o veloz, e¬†t√£o maci√ßa, que¬†por pregui√ßa ou por cansa√ßo, optamos por funcionar no autom√°tico, ignorando se¬†somos apenas v√≠timas ou se ora somos algozes.¬†¬†

    Leia com a J√ļlia, e veja como ela interpreta‚Ķ Sim, precisamos cuidar das flores‚Ķ¬†Creio que seja uma¬†pertinente reflex√£o para uma v√©spera de Natal e¬†in√≠cio de novo ano.

       Um grande e forte abraço,

    No caminho com Maiakovski

    “[...]¬† Na primeira noite eles se aproximam
    e roubam uma flor
    do nosso jardim.
    E n√£o dizemos nada.
    Na segunda noite, j√° n√£o se escondem;
    pisam as flores,
    matam nosso c√£o,
    e n√£o dizemos nada.
    Até que um dia,
    o mais fr√°gil deles
    entra sozinho em nossa casa,
    rouba-nos a luz, e,
    conhecendo nosso medo,
    arranca-nos a voz da garganta.
    E j√° n√£o podemos dizer nada. [...]“

  • Ivete Sangalo…

    Data: 13/01/2013 | Categoria: Dica | Coment√°rios: 0

    Por Denizi de Paula Oliveira

    Circulando na semana passada por alguns canais de TV, me deparei com o Ronnie Von, na Gazeta, entrevistando Ivete Sangalo. Na introdu√ß√£o ele n√£o economizou elogios: linda, talentosa, grande ser humano, admir√°vel… Uma extensa lista de qualidades, na qual, c√° entre n√≥s, n√£o vi nenhum exagero.

    Aos 15 anos deparou-se com a morte do pai e, poucos meses depois, a de um irm√£o, v√≠tima de acidente. Um sofrimento dilacerador, conclui.¬†Com esse¬†par√Ęmetro¬†tudo o que viesse a seguir seria menor e suport√°vel, seria lucro. Tornou-se uma mulher forte e feliz, assim se define.

    Absorvendo cada acontecimento como um fator oportunidade,¬†extrai de cada etapa o m√°ximo benef√≠cio que lhe seja poss√≠vel, mas sem se deter em nenhuma delas. Transita¬†embalada pela espontaneidade dos¬†sentimentos, sem frescuras, sem deslumbramentos, fortalecida para os pequenos problemas que, segundo ela, s√£o todos aqueles que t√™m solu√ß√£o. Para o resto n√£o h√° rem√©dio, e ‚Äúo que n√£o tem rem√©dio remediado est√°‚ÄĚ, dizia o pai.

    Se você não assistiu à entrevista, sugiro que vá ao  http://www.youtube.com/watch?v=wPhNnJI2hLk e assista; até por que ela imprime na gravidade da voz e nos trejeitos da face um algo mais intransferível, que enriquece o que diz.

    E n√£o √© dif√≠cil entender do que fala. O que nos dilacera √© aquilo que nos leva aos sombrios por√Ķes da vulnerabilidade humana. A forma como se d√° esse confronto, e o que dele emerge, √© peculiar, √© √≠mpar. O que pode parecer simples para mim pode lhe dilacerar, e vice-versa. Como tamb√©m √© √≠mpar a forma como reagimos. Quem¬†retorna desses por√Ķes¬†admite¬†n√£o sobrar espa√ßo para outro movimento que n√£o seja a fluidez, a for√ßa e o crescimento… Optar por um estado FELIZ? A√≠ √©¬†outra¬†hist√≥ria…¬†Requinte de intelig√™ncia, pura sabedoria.¬†¬†Pessoa Bonita demais essa Ivete!

    Grande abraço,

  • Vinagre na Limpeza: √ďtima Solu√ß√£o!

    Data: 15/01/2013 | Categoria: Dica | Coment√°rios: 0

    Vinagre: multiuso natural. Garantimos que funciona!

    A po√ß√£o ‚Äúmilagrosa‚ÄĚ : em uma vasilha misture 02 colheres das de sopa de vinagre em cada 01 litro de √°gua. Umede√ßa um pano limpo com a solu√ß√£o.¬† Passe com firmeza sobre a superf√≠cie suja. Seque com outro pano limpo ou papel (jornal velho). Pronto! Limpo e lindo!

    Vantagens:

    ‚ô¶ Ecologicamente correto

    ‚ô¶ N√£o compromete a sa√ļde; n√£o alerg√™nico.

    ♦ Fácil aplicação; ótimo rendimento.

    ♦ Baixíssimo custo.

    ‚ô¶ Altamente eficaz como produto de limpeza.

    Como pode ver nas fotos¬†ilustrativas, selecionamos uma superf√≠cie de madeira e outra de f√≥rmica. O mesmo efeito voc√™ obter√° em paredes pintadas com tinta acr√≠lica, pl√°sticos, vidro (janelas, Box, etc), pisos de cer√Ęmica, azulejos, carpetes, etc.

    Experimente! Sua sa√ļde agradece (principalmente se √© al√©rgico), o planeta¬†e seu bolso tamb√©m.

  • MAIS ALEGRIA: um primor de revista!

    Data: 20/01/2013 | Categoria: Elogios, Sugest√Ķes | Coment√°rios: 0

    Alcione mora ao lado do meu apartamento e, ainda assim, n√£o nos encontramos regularmente. Tempos modernos… Inteligente, dedicada e cheia de alegria, ela √© volunt√°ria em um grupo de ajuda a pessoas portadoras de HIV.

    Em um desses encontros prop√īs-me a compra da assinatura de uma nova revista, ‚ÄúMAIS ALEGRIA‚ÄĚ, destacando que parte do dinheiro arrecadado destina-se a contribuir com institui√ß√Ķes como o grupo VIH-VER e APADEM.

    Partindo dela, proposta irrecus√°vel! Li o primeiro exemplar recebido e ADOREI! Assim tem sido, h√° alguns meses. Valeu √† pena! Papel e impress√£o de¬†alta qualidade, temas bem escolhidos, conte√ļdo primoroso, leve, esclarecedor… D√° gosto de ler!

    Digo-lhe que no processo de venda dispensaria o argumento da solidariedade, pois, se √© do seu interesse exercitar a sensibilidade, gosta de enxergar o mundo por diferentes √Ęngulos e faz quest√£o de obter informa√ß√Ķes consistentes, redigidas com qualidade,¬†tenha uma certeza: ADERINDO √Ä ASSINATURA O GRANDE BENEFICI√ĀRIO¬†√Č VOC√ä.

    A prop√≥sito, uma sugest√£o. Acho um excelente produto para¬†dispor em salas de espera de consult√≥rios, cl√≠nicas, hospitais, hot√©is, pousadas, sal√Ķes de beleza, e a√≠ vai… √Č o que estamos fazendo.

    Saiba mais, e onde adquirir, visitando o http://www.facebook.com/Revistamaisalegria

    Aproveite e conheça nossa página no facebook: http://www.facebook.com/PessoaBonitaCamaeCafe

    Abraços,

  • ADEUS cortina pl√°stica de box colando no corpo!!!!!!

    Data: 14/02/2013 | Categoria: Dica, Sugest√Ķes | Coment√°rios: 20

    Sabe¬†essas cortinas¬†pl√°sticas de Box bem charmosas, f√°ceis de colocar, econ√īmicas, mas que teimam em colar no corpo enquanto tomamos banho (principalmente em Box de canto, com FORMATO EM ‚ÄúL‚ÄĚ)?… Ningu√©m aguenta!

    Encontramos uma ótima solução para o problema. Acompanhe!

    Material necess√°rio:

    1) Suporte, cortina e ganchos, utilizados tradicionalmente.

    2)¬†Tubo de alum√≠nio com 2,5 cm de di√Ęmetro e aproximadamente 02 metros de comprimento. (A)

    3) Placa de ferro galvanizado medindo 05cm x 03cm. (B)

    4) Pino de 3/8 galvanizado, com 15 cm de comprimento, que deverá ser chumbado na placa, a 01 cm do lado que mede 05 cm e 03 cm do lado que mede 01 cm. (C).

    5)¬†Fixador curvo (bra√ßadeira) na outra extremidade do tubo de alum√≠nio, em contato com o √Ęngulo do suporte. (D)

    6) Parafusos. (E)

    7) Acabamento para a extremidade do tubo. (F)

    Onde você encontrará essas peças? Lojas que vendem produtos para serralheria.

    Passo a passo: fácil- fácil para quem é habilidoso, tipo profissional faz tudo, também conhecido como marido de aluguel.

    1)¬†¬†¬†¬†¬† Fixe o suporte em ‚ÄúL‚ÄĚ em cada parede.

    2)      Fixe no piso do Box a placa de ferro galvanizado com o pino e encaixe na extremidade do tubo de alumínio.

    3)¬†¬†¬†¬†¬† Fixe a outra extremidade do tubo no √Ęngulo do suporte utilizando a bra√ßadeira.

    4)      Escolha um dos dois lados da cortina para a entrada e saída do box; o outro lado deverá ser preso no piso utilizando ganchos parafusados no chão onde se encaixarão os ilhóses (03 ou mais, depende da largura) pregados na borda inferior da cortina (D).

    Pronto! Agora é só adaptar todos os ganchos e pendurar a cortina.

    Resultado: o tubo de alumínio mantém o suporte na posição correta e delimita a posição da cortina, isso amplia a área livre interna e, o melhor, evita o desconforto de ficar colando no corpo. Veja!

  • O tigre na sombra.

    Data: 07/03/2013 | Categoria: Sugest√Ķes | Coment√°rios: 0

    Geane se hospedou no “Espa√ßo Pessoa Bonita”¬†e, j√° nos primeiros dias, nos apresentou Lya Luft: ‚ÄúO tigre na sombra‚ÄĚ.

    Um livro que revolve a sensibilidade… Vale a pena a leitura. Recomendo!

    Resenha no http://www.sinopsedolivro.net/livro/o-tigre-na-sombra.html.

    Abraço,

  • Maturidade

    Data: 17/03/2013 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 2

    E a√≠, como um socorro divino, a maturidade chega propondo sabedoria. √Č pegar ou largar; se pegamos, vem o acesso √† leveza¬†das coisas simples… Como nessa bela poesia¬†de Emiliana Casagrande. Aprecie! llllllllllllllllll

    Maturidade

    Foi o tempo, meu amigo,

    Que me fez assim t√£o bela…

    Deu-me um olhar mais doce

    Que o amargo n√£o revela.

    Ooooooooooooooooooo

    Lambuzou minhas palavras

    Com o mel da sabedoria

    Nem de mim eu sou escrava

    E ‚ÄĚter‚ÄĚ n√£o tem mais valia.

    Ooooooooooooooooooooo

    Deu-me um sorriso f√°cil

    Que eu distribuo à toa

    Se o velho corpo est√° fr√°gil

    A alma criança voa!!!!

    Oooooooooooooooooo

    Escreveu em minha pele

    As histórias que eu vivi

    Entre glórias e derrotas,

    Eis-me aqui ‚Äď sobrevivi.

    Oooooooooooooooooo

    E livre de toda a ciência

    Que o mundo explica e ativa

    Deu-me o tempo, por clemência,

    O entendimento da vida.

    aaaaaaaaaa

    (Emília Casas)

  • Raquel, Gilson e Cecy… √äta trio bonito!!!!

    Data: 25/03/2013 | Categoria: Passaram por aqui | Coment√°rios: 0

    Raquel Inthon, cheia de alegria,¬†passou por aqui, na √ļltima sexta-feira,¬†com a vov√≥ Cecy e o vov√ī Gilson. Imposs√≠vel resistir, t√≠nhamos que fazer um registro.

    http://www.facebook.com/PessoaBonitaCamaeCafe

  • Toda Rela√ß√£o √© um Presente

    Data: 15/04/2013 | Categoria: Elogios | Coment√°rios: 0

     

    A NATURA, que em suas campanhas comerciais j√° desconstruiu a ditadura da juventude explorando imagens de mulheres em todas as idades e lindas…¬†A ditadura da magreza, explorando a sensualidade presente nas formas mais volumosas… Agora explora a pluralidade das rela√ß√Ķes humanas, onde al√©m das tradicionais, e daquelas que emergem das diferentes etnias, inclui a diversidade de casais.

    As pessoas s√£o comuns, os movimentos cotidianos, o fundo musical de uma suavidade envolvente e uma letra simples, direta e po√©tica, comp√Ķe, em segundos, um precioso est√≠mulo √† reflex√£o.

    Toda rela√ß√£o √© um presente,¬†assim como essa beleza de comercial… A NATURA acertou em cheio. Reveja! http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=pH5TugUigG8

        Abraços,

  • Caf√©, Cacha√ßa e Chorinho em Mendes: √ďtima Dica!

    Data: 18/04/2013 | Categoria: Dica | Coment√°rios: 0

    DICA DA REGI√ÉO para quem gosta de cultura, boa m√ļsica e bons sabores: mais uma edi√ß√£o do¬†…

    A programação foi estruturada para permitir que o visitante conheça os três eixos principais do turismo na região: o Café, a Cachaça e o Chorinho.

    Ocorrer√° na Pra√ßa Dr. Jo√£o Nery, Centro da cidade, e contar√° com diversas atra√ß√Ķes, incluindo boa m√ļsica e a degusta√ß√£o de cacha√ßas produzidas no munic√≠pio. Vale a pena conferir!

    Um pouco mais sobre Mendes:

    http://www.mendes.rj.gov.br/turismo/ e http://www.pessoabonita.com.br/?p=3607

  • Uma… Duas… Tr√™s… Horas…

    Data: 01/05/2013 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    Muitas vezes o tempo, em seu fren√©tico ritmo, nos avassala e consome. Mas, se uma pequena brecha se abre, permitindo-nos refletir sobre ele, que seja poeticamente…

    O TEMPO, por M√°rio Quintana.

    A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
    Quando se vê, já são seis horas!
    Quando se vê, já é sexta-feira!
    Quando se v√™, j√° √© natal…
    Quando se v√™, j√° terminou o ano…
    Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
    Quando se vê passaram 50 anos!
    Agora √© tarde demais para ser reprovado…
    Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
    Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e in√ļtil das horas…
    Seguraria o amor que est√° √† minha frente e diria que eu o amo…
    E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
    N√£o deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
    A √ļnica falta que ter√° ser√° a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltar√°.

    Tenha um ótimo dia!

        Abraço,

     

     

         http://www.facebook.com/PessoaBonitaCamaeCafe

  • TOCANDO EM FRENTE… Em resposta.

    Data: 09/05/2013 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

     

    O mundo persiste por conta da poesia, assim n√£o fosse haveria sucumbido.

    E a quem me escreve a falar do tempo, aflito pelo que lhe escoa, pe√ßo que pare um breve¬†instante;¬†receba esse meu presente: TOCANDO EM FRENTE, por Renato Teixeira e Almir Sater, na voz de Maria Bet√Ęnia.

    https://www.youtube.com/watch?v=3T1VRhGfEVU

    Abraços,

  • FILHOS CRIADOS, por Martha Medeiros… !!!???

    Data: 15/05/2013 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    O texto abaixo, publicado no jornal O Globo do √ļltimo domingo, como todos que Martha Medeiros produz √© gostoso de ler e desperta reflex√Ķes. Neste caso, se cabem raz√Ķes nos seus argumentos, finalizada a leitura fiquei me perguntando sobre onde as gera√ß√Ķes, n√£o muito anteriores, erraram na m√£o ao gerar os kidults!? Ou por acaso n√£o seriam eles nossas consequ√™ncias, ou… Inconsequ√™ncias????

    Leia e tire suas conclus√Ķes!

    Filhos criados, por Martha Medeiros

    M√£e √© para sempre, presen√ßa necess√°ria em qualquer etapa da vida, tanto que, nos nossos momentos mais dif√≠ceis, √© nela que pensamos ‚Äď mesmo que ela j√° tenha falecido. M√£e √© um consolo universal, pois sabemos que ningu√©m nos ama ou amou tanto quanto ela. Na hora do sufoco, entre rogar a Deus ou √† nossa adorada progenitora, Deus fica de estepe e nem se atreve a reclamar.

    Por√©m, abnega√ß√£o tem limite. M√£es s√£o amorosas e dedicadas aos seus filhotes, mas, secretamente, contam os dias para v√™-los bem criados, tocando suas pr√≥prias vidas profissionais e afetivas, dando a elas o descanso merecido e a certeza da miss√£o cumprida. Como filha, fiz minha parte: com 19 anos, j√° trabalhava, com 24 morava sozinha, com 27 estava casada e aos 29 engravidei e comecei a formar minha pr√≥pria fam√≠lia, enquanto minha m√£e, no mesmo per√≠odo, foi fazer faculdade (aos 40 anos), trabalhar, viajar, reposicionar-se na sociedade ‚Äď claro que sempre por perto a fim de paparicar as netas, s√≥ que agora de um jeito desobrigado, s√≥ love, s√≥ love.

    Pois as coisas mudaram bastante. Filhos saindo de casa na faixa dos 20 anos, abrindo m√£o de mordomia? Melhor n√£o contar com isso.

    N√£o faz muito tempo, na faixa dos 20, todos cumpriam os cinco marcos da vida adulta: finalizavam seus estudos, conquistavam independ√™ncia financeira, casavam, tinham filhos e seu pr√≥prio endere√ßo. Hoje, raros cumprem cedo essas metas. Entre os 20 e 30, ainda est√£o zonzos diante de tantas op√ß√Ķes e preferem adiar o amadurecimento at√©… at√© que suas m√£es os expulsem de casa. S√≥ que m√£e n√£o expulsa filho. E eles, √≥bvio, v√£o ficando.

    Em defesa deles, h√° um estudo que diz que h√° uma √°rea do c√≥rtex cerebral que leva realmente at√© 30 anos para se formar, justamente a √°rea respons√°vel por planejamentos e prioriza√ß√Ķes. Hum, chegou em boa hora essa desculpa cient√≠fica. Por√©m, depois dos 30, como se explica que ainda haja adultos vivendo com os pais, sem darem um rumo certo √† vida?

    O fato é que os jovens andam comodistas, relutando em se jogar no mundo sem alguma garantia. Mas que garantia? Ninguém constrói a própria história sem arriscar, errar, se frustrar, tentar de novo, passar por dificuldades, erguer-se, cair, erguer-se outra vez. Como irão amadurecer sem viverem essas experiências? Enquanto eles analisam calmamente a questão, as mães veem o tempo passar e continuam servindo o almoço todos os dias para marmanjos que ainda não decidiram o que querem ser quando crescer.

    Voc√™ n√£o deve ser um desses filhos, claro. Meus leitores s√£o aut√īnomos, donos do pr√≥prio nariz, e visitam as m√£es por amor e saudade, n√£o para pedir arrego. Mas, se por uma hip√≥tese remota, voc√™ ainda for um kidult, como se diz l√° fora (mistura de kid + adult), d√™ uma tr√©gua para sua m√£e ao menos nesse domingo. Leve flores, e n√£o sua roupa para ela lavar.

    >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

    ¬†¬†¬†¬†Quais as suas conclus√Ķes? ¬†http://www.facebook.com/PessoaBonitaCamaeCafe

        Abraços,

  • RECEITA DE GRANOLA

    Data: 02/06/2013 | Categoria: Sabores | Coment√°rios: 0

    Os ingredientes você Os ingredientes você compra em lojas de produtos naturais ou nos supermercados, onde geralmente são bem mais baratos. Para quem gosta o toque mais que especial está no sabor da canela. Rende bastante, é fácil de fazer e BOA D+++++. Aprovadíssima!

    Taura, Dudu, Rodolfo, Rosa, Marota, Rom√°lia, Cynthia, Nanci, Fl√°vio, Berta, Nilo, Rosane, Gustavo, Marcina, Elaine, Cecy… Muita gente com cara dessa receita. Boa dica tamb√©m, Emiliana, para o caf√© da manh√£ na Pousada Casagrande. A√≠ vai!

    Ingredientes:

    Ingredientes:

    - 250g de flocos de milho sem a√ß√ļcar
    - 100g de flocos de arroz (opcional)
    - 400g de aveia em flocos
    - 100g de farelo de trigo
    - 50g de semente de linhaça
    - 100g de uva passa sem caroço
    - 2 colheres cheias (sopa) de canela em pó
    - Suco de 1 Laranja
    - 300g de a√ß√ļcar mascavo
    - 100g de coco em flocos

    Preparo:

    Em uma vasilha grande misture todos os ingredientes secos, menos o a√ß√ļcar e a uva passa. Reserve.
    Coloque o a√ß√ļcar mascavo em 200ml de √°gua e o suco da laranja ao fogo baixo (n√£o precisa deixar ferver); assim que o a√ß√ļcar diluir junte-o aos ingredientes secos e misture bem.
    Em dois tabuleiros grandes (rende bastante) leve a granola para assar em forno bem baixo (120/150¬ļ) por mais ou menos uma hora. De 15 em 15 minutos retire o tabuleiro, misture e retorne ao forno para que asse por igual.
    Assim que a granola estiver bem seca, retire do forno e espere esfriar, fa√ßa o teste da “crocancia”comendo uma bela colherada, se estiver ok acrescente as passas e guarde em recipientes herm√©ticamente fechados. Se n√£o volte para o forno at√© chegar ao ponto.

    Pronto! Misture no iogurte, no leite, na salada de fruta, na massa do bolo, no sorvete… Onde sua imagina√ß√£o sugerir.

    Abraço,

  • T√āNIA CORSINI – Artista Pl√°stica

    Data: 18/06/2013 | Categoria: História de Sucesso | Comentários: 1

    Alguns artistas apresentam em seus trabalhos uma bem sucedida sintonia com a beleza. Encantam muito e vendem na mesma medida. Assim √© com T√Ęnia Corsini, artista pl√°stica da nossa regi√£o estreando hoje, √†s 20h, uma exposi√ß√£o individual na GALERIA DE ARTE ANDR√Č, em S√£o Paulo, uma das maiores e mais bem conceituadas da Am√©rica Latina (http://www.galeriandre.com.br/).

    Ela nasceu em Pinheiral, Estado do Rio de Janeiro, e muito cedo se mudou para Volta Redonda, no mesmo Estado, onde ainda reside e trabalha. Aos 14 anos, percebendo seu interesse pelas artes, sua m√£e a matriculou em um curso de pintura com a professora Yole. Seis meses depois passou a estudar na cidade vizinha, Barra Mansa, com o artista h√ļngaro Edmond Pastor. Com ele permaneceu durante quatro anos, aprendendo muito sobre pintura acad√™mica.

    Empreendedora, aos 17 anos montou na garagem dos pais um atelier e começou a ministrar seus cursos de pintura. Desde então mais de quinhentos alunos passaram por ela.

    Ap√≥s a morte de Edmond Pastor, passou a acompanhar o artista pl√°stico Nelson Cople, do Parque Laje, Rio de Janeiro, com quem muito aprendeu durante onze anos, desenvolvendo v√°rias t√©cnicas de pintura, incluindo a TR√ćADE, que ainda hoje faz parte de suas obras.

    Em 1999, convidada pelo artista pl√°stico Antonio Carlos Miranda, conheceu a GALERIA DE ARTE ANDR√Č, em S√£o Paulo, levando alguns trabalhos, hiperrealistas, para serem submetidos √† avalia√ß√£o do ent√£o diretor de artes, Sr H√©lio Neves. Foi aprovada pela qualidade t√©cnica, mas orientada por ele a mudar seu estilo, adotando o surrealismo, comercialmente com mais chance de sucesso. Acatou a sugest√£o e iniciou sua busca.

    Vendo os trabalhos de Antonio Carlos Miranda, Vitor Campanella, Sonia Menna Barreto, Helena Nikitina, Ot√°vio Ara√ļjo, dentre outros que lhe foram apresentados, concluiu que precisava desenvolver algo diferente. Pesquisou durante seis meses para criar uma nova proposta, resultando em quatro trabalhos que foram submetidos √† nova avalia√ß√£o pelo mesmo diretor e seus marchands. Todos foram aprovados e facilmente vendidos. A linha escolhida, com pranchas voando, perspectivas profundas e madeiras saindo das telas apontava um caminho para o sucesso de cr√≠tica, p√ļblico e vendas. Era o que queria.

    Em janeiro de 2001 foi convidada por Francisco Pilon, diretor da revista Classe da TAM, para expor seus trabalhos em uma revista de bordo com tiragem de 250.000 exemplares. Uma grande oportunidade. Entrevistada pela jornalista Eliane Contreras que elaborou uma bela matéria, foi levada a várias partes do mundo, permitindo-lhe o acesso a galerias comerciais em diferentes estados do Brasil.

    Pela alta circula√ß√£o da revista foi convidada a expor no MUSEU DE ARTES DE MIAMI, onde recebeu v√°rias premia√ß√Ķes em exposi√ß√Ķes coletivas. Convidada a montar um stand conquistou o maior pr√™mio do sal√£o, THE BEST IN SHOW, entrando em um cat√°logo de artes que seria produzido na Holanda e distribu√≠do na Europa.

    Vendo o catálogo, um galerista parisiense a introduziu em sua galeria, na PLACE DES VOSGES (http://www.conexaoparis.com.br/2007/12/03/a-place-des-vosges-em-paris-1/). As vendas foram um sucesso, levando-o a editar um belíssimo e exclusivo catálogo com suas obras.

    Com trabalhos em diversas galerias brasileiras, recentemente a de Marcelo Neves a levou ao CARROUSEL DO LOUVRE, Paris, em um Stand do Brasil que reunia v√°rios artistas brasileiros.

    H√° seis anos o Sr Andr√© Blau, propriet√°rio da conceituada GALERIA DE ARTE ANDR√Č em S√£o Paulo, citada inicialmente, a convidou para uma exposi√ß√£o individual.

    Esse dia chegou: hoje, 18 de junho de 2013, às 20h. Se não estiver lá pessoalmente, vá ao http://www.facebook.com/PessoaBonitaCamaeCafe e percorra o álbum com 30 telas. Observe a riqueza das imagens. Atente para cada detalhe presente em todas elas. Garantimos que vale a pena!

    Boa visita!

    Abraços,

  • FIM DA PASSIVIDADE.. QUE VENHA!

    Data: 20/06/2013 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 1

    Por Denizi de Paula Oliveira.

    Havia um programa de TV com uma apresentadora, j√° falecida, chamada Edna Savaget; em um dos quadros um m√©dico psiquiatra falava sobre temas diversos, √†s vezes valendo-se de par√°bolas. Numa o tema central era PASSIVIDADE e A MORAL DA HIST√ďRIA: quem se omite diante de uma injusti√ßa √© t√£o respons√°vel pelas consequ√™ncias quanto quem cometeu o ato.

    Eu era criança e a moral da história influenciou meu comportamento; no exercício do não me omitir em muitos momentos errei na dose, mas mantive o acerto com minha consciência. Afinal, sempre me incomodou muito mais a passividade que os destemperos.

    Então é com entusiasmo que vejo os protestos recentes nas ruas, tendo nos vinte centavos um valor simbólico para algo que não tem preço.

    Contrapondo-se √† in√©rcia, √† paralisia na zona de conforto, vem a percep√ß√£o dos fatos, o exerc√≠cio da intelig√™ncia na articula√ß√£o dos dados e, por √ļltimo, a coragem para mudar aquilo que pode e precisa ser mudado. O racioc√≠nio √© simples e o senso de responsabilidade pessoal, necess√°rio.

    Através do voto contratamos pessoas que nos representam e precisamos fiscalizar seus atos. Pagamos caro para termos serviços essenciais de qualidade e temos o direito de contar com eles. Se isso não ocorre é porque falhamos na contratação e/ou no nosso dever de fiscalizar, colocar limites e intervir devidamente.

    Na maior arquibancada do Brasil os protestos, acionados pelos vinte centavos de aumento, declaram essa interven√ß√£o. FIM DA PASSIVIDADE; se √© hora de mudar… QUE VENHA!

  • Dr Cust√≥dio Pacheco Jr

    Data: 30/06/2013 | Categoria: Elogios | Coment√°rios: 4

    Ruim precisar levar uma pessoa  muito querida para ser atendida em um Pronto Socorro. Alívio encontrar uma equipe com boa vontade e um médico atencioso, gentil e que, ainda jovem, já nos passa calma e muita confiança.

    Pego de surpresa, n√£o teve como negar uma foto.

    Vivendo a √°rea da sa√ļde momentos t√£o conturbados, encontrar profissionais com o seu perfil refor√ßa a luz no final do t√ļnel.

    Obrigada, Dr Custódio Pacheco Jr! Parabéns à sua família, que deve sentir muito orgulho, e ao Hospital Vita, Volta Redonda-RJ, pela feliz escolha.

  • O Gol que n√£o aconteceu: o Mais Bonito

    Data: 30/06/2013 | Categoria: Elogios, Livre | Coment√°rios: 9

    Por *Denizi de Paula Oliveira

    Durante a copa das confedera√ß√Ķes no jogo contra o Uruguai David Luiz, zagueiro, cometeu um p√™nalti que, para al√≠vio dele, o goleiro J√ļlio C√©sar conseguiu salvar. Hoje, no jogo contra a Espanha, ele evitou um gol advers√°rio em uma defesa fant√°stica, quase em cima da linha, para al√≠vio do J√ļlio C√©sar.

    Bacana ver como o esporte reproduz grandes lances da vida… Um dia eu tiro voc√™ do sufoco, outro dia voc√™ me tira… E assim a gente vai, variando as posi√ß√Ķes, tal como compete √† condi√ß√£o humana no grande jogo da vida.

    O Brasil venceu de 3 X 0, mas o gol que n√£o aconteceu talvez tenha sido o mais bonito da partida. Percebeu?

    Tenha uma ótima semana!

    Abraço,

  • O Papa Minimalista

    Data: 24/07/2013 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    Por *Denizi de Paula Oliveira

    Ser minimalista é se livrar do supérfluo e focar no essencial. Varia de uma pessoa para a outra, pois, o que é supérfluo ou essencial para mim pode não ser para você, e vice-versa.

    De qualquer modo não é um estilo que se adota em um piscar de olhos e nem tem qualquer conotação com o voto de pobreza.
    Uma pessoa pode ser rica e minimalista ou pobre e asfixiada por tralhas.

    Exige um n√≠vel elevado de autoconhecimento e uma apurada habilidade em fazer escolhas e tomar decis√Ķes que n√£o sejam movidas por impulsos, nem influenciadas pelas imposi√ß√Ķes de outras pessoas ou da sociedade, ou seja, capacidade para escolher, decidir e agir com nossa pr√≥pria consci√™ncia, sem as armadilhas do piloto autom√°tico.

    Quer dizer, enfim, fazer um esfor√ßo para se concentrar mais em qualidade de experi√™ncias e pessoas e menos em objetos desnecess√°rios e ac√ļmulos de bens. Um bom exemplo de estilo minimalista pareceu-nos o Papa Francisco. O que voc√™ acha?

    *Denizi de Paula Oliveira é médica, anfitriã e mentora do programa Belas Conversas no Espaço Pessoa Bonita.

  • A vida continua… M√£os a obra!

    Data: 05/08/2013 | Categoria: Sem categoria | Coment√°rios: 1

    Nesse dia t√£o especial, cabe essa beleza de reflex√£o. Uma homenagem ao meu pai, que h√° pouco libertou o h√°lito das mar√©s agitadas, levantou-se, expandiu-se e livremente foi ao encontro de Deus…

    “Ent√£o, Almitra falou, dizendo: Gostar√≠amos de interrogar-te a respeito da morte. E ele disse: Quereis conhecer o segredo da morte. Mas como podereis descobri-lo se n√£o o procurardes no cora√ß√£o da vida? A coruja, cujos olhos, feitos para a noite, s√£o velados ao dia, n√£o pode descortinar o mist√©rio da luz.
    Se quereis realmente contemplar o esp√≠rito da morte, abri amplamente as portas do vosso cora√ß√£o ao corpo da vida. Pois a vida e a morte s√£o uma e a mesma coisa, como o rio e o mar s√£o uma e a mesma coisa. Na profundeza de vossas esperan√ßas e aspira√ß√Ķes dorme vosso silencioso conhecimento do al√©m; e como sementes sonhando sob a neve, assim vosso cora√ß√£o sonha com a primavera. Confiai nos sonhos, pois neles se ocultam as portas da eternidade.
    Vosso temor da morte é semelhante ao temor do camponês quando comparece diante do rei e este lhe estende a mão em sinal de consideração. Não se regozija o camponês, apesar do seu temor, de receber as insígnias do rei? Contudo, não está ele mais atento ao seu temor do que à distinção recebida?
    Pois, que √© morrer sen√£o expor-se, desnudo, aos ventos e dissolver-se no sol? E o que √© cessar de respirar sen√£o libertar o h√°lito de suas mar√©s agitadas, a fim de que se levante e se expanda e procure a Deus livremente? √Č somente quando beberdes do rio do sil√™ncio que podereis realmente cantar.√Č somente quando atingirdes o cume da montanha que come√ßareis a subir. √Č quando a terra reivindicar vossos membros que podereis verdadeiramente dan√ßar.‚ÄĚ

    Do livro O PROFETA de Gibran Khalil Gibran.

    http://www.pessoabonita.com.br/?p=811

  • SOBRE O DIREITO E O DEVER DE PENSAR

    Data: 21/08/2013 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    Por *Denizi de Paula Oliveira

    ccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccc

    Em um artigo publicado no jornal O Dia, Frei Beto aborda o tema ‚ÄúAbdicar de Pensar‚ÄĚ inspirando-se no filme ‚ÄúHannah Arent‚ÄĚ, hist√≥ria de uma fil√≥sofa e judia alem√£, nascida em 1906, que se refugiou do nazismo nos Estados Unidos e causou pol√™mica em 1961, ao definir Adolf Eichmann, homem que embarcou milhares de v√≠timas do nazismo em trens rumo √† morte nos campos de concentra√ß√£o, n√£o como um ser monstruoso, mas sim med√≠ocre, pois cometeu tal atrocidade simplesmente por demitir-se do direito de pensar.

    Ao abrir m√£o desse direito, tornou-se incapaz de avaliar criticamente as ordens dos seus superiores; cumprindo-as sem questionar quais seriam as raz√Ķes e tr√°gicas consequ√™ncias.

    O artigo incentiva reflex√Ķes e a amplia√ß√£o do foco, a come√ßar pela percep√ß√£o de que mais do que um direito, pensar √© um dever, por tratar-se do instrumento b√°sico que nos caracteriza como humanos.

    Não pensar é um contrassenso, e não imprimir qualidade a esse pensar é, no mínimo, um desperdício.

    Abdicar dessa condi√ß√£o, talvez seja uma das principais amea√ßas do mundo contempor√Ęneo, pois tira-nos do comando de n√≥s mesmo, tornando-nos ref√©ns das vis√Ķes e das decis√Ķes alheias.

    Isso parece não ser algo distante de nós, como na história do filme, mas uma ameaça próxima que nos ronda e nos permeia, ininterruptamente. Que pode surgir de uma escolha, mas também de um descuido, e que transparece toda vez em que somos induzidos a agir e reagir mecanicamente, compulsivamente, impulsivamente… Ou não seria essa a condição que nos leva a  tão arriscados deslizes, como a alienação, por exemplo?

    cccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccc

    * Denizi de Paula Oliveira é médica, especialista em Cirurgia Plástica, pós-graduada em Psicologia Médica com aperfeiçoamento em Psicossomática, e em Filosofia. Mais de duas décadas de atuação em estética, resultaram na ampliação conceito: Pessoa Bonita РEstética do Ser, e em uma estratégia médico pedagógica para o desenvolvimento de pessoas e alcance de metas: Belas Conversas.

  • Leis antiterror e antijur√≠dica… Por Frei Betto

    Data: 02/09/2013 | Categoria: Sugest√Ķes | Coment√°rios: 1

    Sobre o desmedido exerc√≠cio da onipot√™ncia levado ao extremo pelo governo americano, vale a pena ler ou reler um artigo de Frei Betto publicado h√° cerca de um m√™s sob o t√≠tulo “Leis antiterrorismo e antijur√≠dicas”:

    http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=8783:submanchete280813&catid=17:frei-betto&Itemid=55

  • EIS

    Data: 04/09/2013 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    A felicidade, percebida por Emiliana Casagrande

    EIS

    H√° muito peguei estrada

    Atr√°s da felicidade

    Entro em todos os atalhos

    Perco-me em labirintos

    Sem medo da caminhada.

    Sentidos bem aguçados

    Imprimo em minha retina

    O olhar que est√° ao lado

    Ora um olhar todo santo

    Ora de puro  pecado.

    ( Na minha procura sigo

    Olhando todos e tudo

    Só não olho pro umbigo)

    E pelas minhas  narinas

    De um jeito meio vadio

    Entra  cheiro de incenso

    De alma, de carne, de cio.

    E dobram nos meus ouvidos

    Gargalhadas da esquina

    Ou o fogo dos gemidos

    Que se creem na surdina.

    (Seguindo assim pela rua

    Ouvindo a todos e tudo

    Minha busca continua)

    Busco mãos que entrelaço,

    M√£os de calos ou de seda

    Busco corpos que abraço

    Corpos fogo, corpos gelo

    Tecidos de pele e pelo.

    E saboreio o manjar

    Dos deuses e dos diabos

    E  engulo muitos sapos

    Com a pose de um nababo

    N√£o passo fome nem sede

    Aceito o oferecido.

    Só recuso sua rede:

    O caminho é comprido

    E nem deve acabar

    Pois agora estou bem certa

    Que a tal felicidade

    Est√° neste procurar.

    Emiliana Casagrande – Julho de 2002.

    E quem sabe um dia você visita sua pousada e se depara com ela, sensível, intensa, poeta, agilizando a vida e distribuindo versos. Aconteceu assim com o Gustavo, que em breve estará com a gente.

    http://www.casadapousada.com.br/

  • Receita M√©dica: Amor

    Data: 07/09/2013 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    Por *Denizi de Paula Oliveira

    Aos 80 anos ela chegou ao consultório com um repertório de justificativas. Queria melhorar a pele, atenuar as rugas, mas a expressão do querer demandava desculpas, como se cuidar da própria aparência fosse, na sua idade, algo constrangedor, quase obsceno.

    Estava apaixonada por um rapaz, uns 50 anos mais moço, que lhe devolvera a vida, por isso a pressa em ficar mais bonita. Ele não sabia. Quando chegou ela estava seca, assim dizia; cheia de amargura e rancor pela morte trágica de um filho.

    E tudo o que desejava ent√£o, uma vez ressurgida, √© que ele a abastecesse com a sua simples presen√ßa. Guardando a plat√īnica paix√£o, com recato e t√≠mido segredo, ela lhe retribuia esbanjando mimos.

    Na √ļltima consulta colocamos AMOR I LOVE YOU, de Marisa Monte e Carlinhos Brown, para que ouvisse. A letra, como que escrita pra ela, ressoou energ√©tica, perpassando os sentidos.

    Muito al√©m do objeto do amor est√° o amor, por si mesmo. O t√≠tulo da m√ļsica sugere ser o YOU um mero detonador, ou ve√≠culo. Observe a letra! Assim, no et√©reo e atemporal, no templo dos sentimentos, ver√° que a dist√Ęncia entre os 80 e os 30 anos desfaz-se, feito magia.

    Encantadora sutileza que deveria constar em todas as receitas: o Amor. Que acalma, acolhe a alma, ajuda a viver… Deixando a pele vi√ßosa e bem mais bonita.¬†Sinta!¬†http://www.vagalume.com.br/marisa-monte/amor-i-love-you.html

    *Denizi de Paula Oliveira é médica, anfitriã e mentora do programa Belas Conversas no Espaço Pessoa Bonita.

    ula Oliveira

    Médica e tutora do projeto Pessoa Bon

  • Vinheda Encarnada – Van Gogh

    Data: 14/09/2013 | Categoria: Sugest√Ķes | Coment√°rios: 0

    √ďleo sobre tela, de VINCENT VAN GOGH, √ļnico quadro que o artista holand√™s conseguiu vender, quando vivo, por apenas 400 Marcos (181 Euros), em 1888, dois anos antes de morrer. Mede 75cm x 93cm e se encontra no Museu Pushkin de Belas Artes, em Moscou.

    Cem anos ap√≥s sua morte outro quadro seu ‚Äď O Jardim das Flores – foi vendido por 83,6 milh√Ķes de d√≥lares.

    Ao contrário do esplendoroso sucesso pós morte, obtido através do reconhecimento do valor de suas obras, sua vida foi atormentada e marcada por uma sucessão de fracassos. Aos 37 anos cometeu suicídio e morreu nos braços do irmão mais novo, Theo, seu melhor amigo, de quem sempre recebeu atenção e cuidado.

    Sua triste história de vida, quando colocada ao lado de suas obras, revela o absoluto descompasso de um ser, particularmente sensível e intuitivo, com sua época.

    Quem for a Amsterdã deve colocar uma visita ao museu que leva o seu nome no topo da lista de prioridades. Programa imperdível.

    Leia mais sobre ele em sites como o http://pt.wikipedia.org/wiki/Vincent_van_Gogh, e sobre esta obra especificamente no http://ticml.blogspot.com.br/2008/02/vinha-vermelha-de-vicent-van-gogh_11.html.

  • Este √© o Lucca!!!

    Data: 20/09/2013 | Categoria: Destaque | Coment√°rios: 0

    LUCCA, 18 anos, esse garoto lindo e sorridente da foto, chegou para se hospedar com a gente no √ļltimo 06 de agosto. Pela primeira vez longe dos pais e irm√£os, al√©m de querer um lugar bacana para morar, e estudar com tranquilidade, achou uma boa ideia aproveitar a hospedagem para exercitar o senso de organiza√ß√£o, planejamento e rever a forma de se alimentar. Aderiu √† proposta do PESSOA BONITA (Cama e algo mais).

    Concordou que seria inteligente sair daqui melhor do que quando entrou.

    O resultado? ARRASOU!!!!!!!!!!!!!!!!! Quarto organizado, sabe dividir e compartilhar espa√ßos, gentil, alegre, prepara com cuidado a pr√≥pria alimenta√ß√£o…

    Há dois dias disse que o que tem exercitado aqui vai lhe servir para a vida inteira. E quanto à alimentação, completou: veja lá na geladeira o que preparei. Antes eu nunca comia aquilo!

    PARAB√ČNS, GLADYS E ALO√ćSIO (seus pais)! PARAB√ČNS, LUCCA! Bom demais ter voc√™ por aqui.


  • O que morreu no Chiclete com Banana?

    Data: 23/09/2013 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    Por *Denizi de Paula Oliveira

    CHICLETE COM BANANA √© sin√īnimo de prosperidade e sucesso. Ent√£o o que fez Bell Marques, 61 anos, vocalista e figura central da banda, anunciar agora o seu desligamento? Disse que n√£o estava se sentindo feliz, pois, percebia a desmotiva√ß√£o e a falta de entusiasmo do grupo, o que j√° vinha ocorrendo h√° anos. N√£o encontrava mais o terreno f√©rtil que lhe permitia inovar. Para compensar a frustra√ß√£o transferiu o foco para a Oito7Nove4, banda dos filhos Rafael, 26 anos, e Filipe, 19, lan√ßada em janeiro de 2011. De tudo o que disse, em diferentes depoimentos, uma frase chama a aten√ß√£o: ‚ÄúAinda n√£o sei explicar o que √© que estou sentindo agora… UMA SENSA√á√ÉO DE MORTE SEM NINGU√ČM TER MORRIDO.

    A banda formada por ele, o irmão Wadinho Marques, e outros componentes, originou-se em 1979, de um grupo chamado Scorpius. Em 1980 passaram a tocar em um trio elétrico. No ano seguinte seu outro irmão, Wilson Silva, engenheiro de som, sugeriu mudanças na estrutura física do trio, pondo em prática uma ideia que os diferenciou dos demais. Com todo esse gás, de lá para cá, em mais de trinta anos, construíram uma carreira sólida. Eis aí o perigo!

    Sendo verdadeiro o que Bell Marques diz sobre a atual desmotivação e falta de entusiasmo do grupo, justifica-se sua sensação de morte. Não raro é o que também experimentamos, no decurso das nossas vidas.  No descuido, o passar dos anos decepa nossos horizontes, trazendo a morte dos sonhos, da esperança, da criatividade, da ousadia. Morremos sem nenhuma necessidade, mais vezes do que precisaríamos. Morremos quando nos acomodamos.

    Talvez a simples presença de Rafael e Filipe, envoltos na chama da juventude, tenha atiçado a inquietude do pai, Bell Marques.

    … E falando em inquietude, a prop√≥sito, como anda a sua?

    *Denizi de Paula Oliveira é médica, anfitriã e mentora do programa Belas Conversas no Espaço Pessoa Bonita

  • Espelho, espelho meu…

    Data: 30/09/2013 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    Por *Denizi de Paula Oliveira

    Espelho, espelho meu… Existe no mundo algu√©m mais bela do que eu?

    A pergunta famosa de um conhecido conto de fadas ultrapassa os limites da hist√≥ria. √Č que fora da fic√ß√£o tamb√©m n√£o somos poupadas/os. O espelho insiste em responder que¬†sim, apontando-nos como padr√£o de beleza nada mais nada menos que algu√©m assim como a Giselle Bundchent, seleta descendente da Branca de Neve, a mais linda do reino da f√°bula.

    Como contestar esse espelho? Talvez lembrando que no topo do nosso corpo existe um cérebro que nos permite uma compreensão realista, refinada, muito mais ampla e flexível da estética humana.

    Ent√£o se voc√™ √© daquelas pessoas que se submetem incondicionalmente aos apelos desenfreados das m√ļltiplas ofertas em padr√Ķes e tratamentos est√©ticos; daquelas que se curvam e se deprimem diante do sim implac√°vel do espelho, talvez esteja na hora de colocar esse √≥rg√£o nobre para funcionar, dimensionando atrav√©s dele o seu conjunto de valores e percebendo que √© poss√≠vel n√£o se tornar ref√©m da tirania de um sistema t√£o perverso.

    Qualquer pessoa ou situação só tem sobre nós o poder que lhe concedemos, portanto, ao buscar um tratamento estético, leve junto sua inteligência. Modere suas escolhas, pondere!

    Os espelhos estão aí por toda parte, mas o olhar lhe pertence. Ao mirar-se diante deles, lembre-se de que da sua capacidade de avaliação depende sua autoestima.

    Será sempre sua a palavra final. Relativize, você merece!

    * Denizi de Paula Oliveira é médica, anfitriã e mentora do programa Belas Conversas no Espaço Pessoa Bonita.

    Desenho: Internet

  • Impressione o mundo com a sua iniciativa

    Data: 30/09/2013 | Categoria: Sugest√Ķes | Coment√°rios: 0

    Iniciativa √© uma das caracter√≠sticas mais poderosas que voc√™ pode ter. Se pararmos para observar, geralmente h√° algu√©m gerando trabalho para n√≥s. Sejam nossos professores, sejam nossos pais, sejam nossos patr√Ķes, quase sempre h√° pessoas nos passando tarefas para terminar. √Č √≥timo conseguir tudo o que os outros esperam de voc√™, mas √© sensacional quando voc√™ vai completamente al√©m das expectativas.

    A melhor maneira de surpreender as pessoas é tendo iniciativa. Não tenha medo de pensar de modo diferente ou iniciar seus próprios projetos. Comece agora, não espere até alguém lhe pedir algo. Tente sempre estar um passo à frente. Não siga regras quando se trata de conquistas.

    Todos os seus amigos procuram emprego quando est√£o no seu terceiro ano de faculdade? Encontre um trabalho no primeiro ano.
    Voc√™ ama guitarra e seu professor de m√ļsica espera que voc√™ toque uma hora por dia? Toque muito mais.
    Todo mundo começa a se preparar para os vestibulares alguns meses antes da prova? Comece a praticar anos antes.
    As pessoas são promovidas a cada dois anos em sua empresa? Faça um trabalho fenomenal e seja promovido mais rapidamente.
    Às vezes não dará certo, mas ter a iniciativa de seguir em direção a algumas dessas metas é a parte mais difícil. Depois de começar, sempre se esforce para fazer o seu melhor.

    Constantemente, seus objetivos tamb√©m depender√£o de outras pessoas. Vamos supor que voc√™ esteja vivendo algumas situa√ß√Ķes dif√≠ceis no trabalho. Se voc√™ achar que algo n√£o est√° indo bem, converse. Mas, n√£o basta reclamar. Pense em solu√ß√Ķes para os problemas. Se vier preparado para melhorar a situa√ß√£o de todos, voc√™ ser√° muito respeitado e come√ßar√° a construir uma reputa√ß√£o muito boa.

    Você é capaz de coisas que nem sabe. Faça uma lista de algumas de suas metas para o ano. Se você tiver iniciativa, provavelmente poderá alcançar cada uma delas. Surpresas são boas também, mas a sensação de ter controle sobre sua vida é simplesmente inacreditável.

    Imagine que a cada ano voc√™ pode completar tudo que sonhou. Com iniciativa, isso pode tornar-se uma realidade. Todos os dias voc√™ toma decis√Ķes que refletem na qualidade das coisas que voc√™ faz. Pare e preste aten√ß√£o √†s pequenas e √†s grandes mudan√ßas que voc√™ pode fazer para ser melhor a cada dia. Pense em como voc√™ pode usar a iniciativa para ir al√©m das expectativas. No final, poder√° at√© mesmo surpreender a si mesmo.

    Trecho do livro A MENINA DO VALE, de Bel Pesce.

    ACESSO GRATUITO: www.ameninadovale.com

  • A ELEG√āNCIA DE MANDELA…

    Data: 07/12/2013 | Categoria: Destaque | Coment√°rios: 0

    …Nos trajes, no sorriso, no olhar, nas atitudes. Virasse essa eleg√Ęncia tend√™ncia…

    Nada mal. Quem dera!!!

  • Cada um de n√≥s √© que sabe onde seus calos apertam.

    Data: 27/12/2013 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 2

    Por *Denizi de Paula Oliveira

    Tenho um amigo extremamente engraçado que é médico e não por acaso se especializou em Dermatologia. Certa vez contou, rindo muito de si mesmo, que quando adolescente tinha o rosto coberto de espinhas (acnes); eram tantas que nas tardes de domingo se arrumava todinho, para ir a uma tradicional matinê dançante, e quando se mirava no espelho, desistia. Os pais investiam em todos os tratamentos possíveis, sem nenhum sucesso.

    Segundo ele, a parte mais desconcertante da fase, e isso ele imitava comicamente, era quando encontrava com alguma pessoa conhecida que, com cara de espanto, iniciava o bombardeio: Nossa! O que houve com a sua pele? Voc√™ j√° tentou o tratamento tal? J√° procurou o profissional fulano de tal? J√° usou a pomada… ?

    Diz ele que além de constrangedora, a situação despertava muita raiva, primeiro por rejeitarem sua aparência, e segundo por não considerarem a hipótese do esforço que fazia para resolver o que, naquela ocasião, representava o maior de todos os seus problemas: justamente a sua aparência.

    Sua raiva resultava de um modelo de atitude em que somos mestres. A de criticar sem sensibilidade, com pouco ou nenhum fundamento, sempre achando que temos a fórmula mágica para a análise e a solução de qualquer problema (dos outros, é claro).

    Por isso, estrategicamente, o valor que dou √†s opini√Ķes alheias depende daquele que atribuo √† pessoa que as emite, do quanto ela tem de embasamento naquilo que diz e o quanto tem de empatia – capacidade em se colocar no lugar da outra pessoa. Opini√Ķes levianas e maledicentes? S√£o f√°ceis demais de detectar… Desconsidero.

    H√° muito aprendi que a vida √© preciosa e curta demais para se gastar com o que ainda n√£o vale a pena… Ou com quem ainda n√£o aprendeu com as penas… Tanto faz! O fato √© que, no caminhar da exist√™ncia, quando se trata de press√Ķes externas, antes de detonar a pr√≥pria autoestima conv√©m relativizar, pois cada um de n√≥s √© que sabe onde seus calos apertam.

    *Denizi de Paula Oliveira é médica, anfitriã e mentora do programa Belas Conversas no Espaço Pessoa Bonita.

    FOTO do acervo de m√°scaras e bonecos produzidos pelo artista de Parati, cidade do RJ, Natalino de Jesus Silva ‚Äď http://www.museus.gov.br/tag/paraty/

  • Frida Kahlo

    Data: 03/04/2014 | Categoria: Destaque | Coment√°rios: 0

    aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
    FRIDA KAHLO, pintora mexicana, nasceu em 1907 e morreu em 1954, aos 47 anos. Sua obra, predominantemente autorretratos, reflete a sua vida, marcada por momentos tr√°gicos.

    Aos 06 anos adquiriu poliomielite, o que a deixou com um dos pés e uma das pernas atrofiados e o apelido de Frida pata de palo (Frida perna de pau), o que possivelmente justificou sua forma de se vestir, inicialmente com calças compridas e posteriormente com saias longas e exóticas, que a caracterizaram.

    Aos 18 anos sofreu um acidente por uma colisão entre o bonde no qual viajava e um trem. Permaneceu hospitalizada em estado grave por vários meses, submetendo-se a diversas cirurgias reconstrutoras e usando diferentes tipos de coletes. Começou a pintar no longo período de convalescença. O acidente lhe deixou sequelas, dentre elas alguns abortos pela impossibilidade de levar uma gestação ao final. Esta seria sua maior dor.

    Aos 22 anos casou-se com o famoso pintor muralista Diego Rivera; ambos tinham temperamentos fortes e mantinham relacionamentos extraconjugais. Destes, um antigo envolvimento dele com sua irmã mais nova a afetou profundamente , culminando com a separação. Diego teve filhos com essa irmã. Eles voltaram a se relacionar anos depois, mas morando em casas separadas, iguais, próximas e ligadas por uma ponte.

    Ela foi submetida a algumas amputa√ß√Ķes e tentou suic√≠dio diversas vezes; morreu em 1954, ap√≥s uma forte pneumonia, constando embolia pulmonar no atestado de √≥bito, cheio de controv√©rsias. Em seu di√°rio, sua √ļltima anota√ß√£o dizia: ‚ÄúEspero que minha partida seja feliz, e espero nunca mais regressar.”

    O encanto da sua obra está na coragem de pintar sua própria realidade. Suas angustias, suas vivências, seus medos e seu amor pelo marido Diego Rivera.

    Fontes: http://www.infoescola.com/biografias/frida-kahlo/; http://uminha.tripod.com/frida.html; http://www.pinturasdoauwe.com.br/2013/02/obras-de-frida-kahlo.html

  • APRENDENDO COM O JOS√Č…

    Data: 04/04/2019 | Categoria: Elogios | Coment√°rios: 0

    * Por Denizi de Paula Oliveira.

    Houve época em que era frequente a perda de grãos estocados em silos, no Brasil.

    A cada alerta me vinha uma sensação ruim, pois eu fazia uma analogia entre o desperdício desses grãos, e o que era feito com os cérebros, no nosso país.

    Considero o Jos√©, h√° anos porteiro no nosso pr√©dio, um dos in√ļmeros exemplos desse desperd√≠cio.

    Discreto e solid√°rio, ele teve papel importante no meu longo e debilitante per√≠odo de Mielite Transversa. Sempre sol√≠cito, a cada avan√ßo nos limites dos meus movimentos, enxergava compaix√£o em seus olhos. Comovido, foi o primeiro a correr para dar-me um abra√ßo, quando me viu, por meio das c√Ęmeras, caminhar firme e confiante at√© o carro, tal qual uma crian√ßa feliz ao exibir seus primeiros passos.

    Tudo pareceria ajustado à sua função, não fosse ele dono de uma pró-atividade e habilidade invejável.

    Incomodado com a altura da cadeira da guarita, fez outra com sobras de madeiras de rodapé, jogadas fora por uma vizinha.

    Sem nenhuma ferramenta e lugar adequados, criou uma pe√ßa ergon√īmica (ajustada √† sua altura), desmont√°vel, e com muito bom acabamento.

    Disse que tinha feito outras pe√ßas, com as sobras das obras de outro vizinho… Curiosa, pedi que enviasse fotos. Veja algumas!

    Conclus√£o:

    Os silos estocam os gr√£os.

    O mundo estoca cérebros.

    Os silos desperdiçavam os grãos.

    O nosso país continua a desperdiçar cérebros.

    Não tem como não me sentir incomodada com essa constatação, e não me empenhar para, de alguma forma, contribuir para que esse frustrante e injusto processo se reverta.

  • Entrevistando Ana Cristina Maciel

    Data: 17/03/2016 | Categoria: Entrevistas | Coment√°rios: 0

    Obrigada, Ana Cristina, por aceitar o nosso convite e nos prestigiar com os seus belos trabalhos.

    Quando e como você iniciou sua trajetória nas artes plásticas? Quais foram os fatores determinantes e as suas principais influências?

    O Pessoa Bonita me parece um espaço muito bacana e democrático de divulgação artística, obrigada pelo convite!

    Eu considero o início a partir dos meus 15 anos, mas desde pequena me sentava ao lado do meu irmão mais velho para desenhar. A mesa em que a minha mãe pintava seus vidros, quadros, e que vivia cheia de marca de tinta, sempre me fascinou. Aos 15 comecei a perceber que dedicava mais tempo a criar do que a qualquer outra coisa, e minha paixão era o teatro. Através dele surgiram os bonecos, que eu mesmo fazia, e o papel machê entrou de vez na minha vida. Expressam brasilidade, pois sempre admirei a cultura popular brasileira, com suas cores e sua capacidade de improvisação.

    Quem chegou primeiro, a artista ou a pedagoga?

    A artista, sem d√ļvida! Escolhi a pedagogia por j√° atuar como arte-educadora em projetos; foi uma escolha intencional para que me auxiliasse nas oficinas.

    Em que sua experiência como artista influencia sua atuação como pedagoga, e em que sua experiência como pedagoga influencia sua atuação como artista?

    Eu sempre me envolvo em projetos de arte-educa√ß√£o, portanto ambos t√™m uma import√Ęncia muito grande e um permanentemente complementa o outro.

    O que mais lhe encanta, os traços, as cores e/ou as formas?

    Inicialmente as cores me motivavam mais que tudo, hoje percebo que meu processo valoriza mais os tra√ßos e as formas… Mas as cores exigem o seu retorno e eu me pego novamente encantada por elas… O processo √© dial√©tico.

    Fale um pouco sobre suas oficinas de arte… Finalidade, p√ļblico alvo, n√ļmero de participantes, faixa et√°ria, etc.

    Eu me envolvi em diversos projetos de arte para p√ļblicos diversos e com uma variedade de parceiros. Atualmente me dedico mais ao meu atelier e √† minha produ√ß√£o, mas pretendendo abrir as portas oficinas de viv√™ncias e cursos.

    Que contribui√ß√Ķes a arte oferece ao modelo educativo atual?

    A arte sempre contribui, mas a maneira como √© exposta por vezes pode n√£o abranger a sua incr√≠vel potencialidade. Ela deve romper barreiras, padr√Ķes, conceitos, mexer, chacoalhar, fazer com que os nossos olhos alcancem at√© o que n√£o pode ser visto, e isso √© preciso constar no curr√≠culo.

    Que elementos voc√™ utiliza na t√©cnica de papel mach√™ e que sugest√Ķes daria a quem quer aprender sobre ela?

    Eu sempre levantei a bandeira para a reutiliza√ß√£o de materiais, e na minha t√©cnica reaproveito muitas coisas para transformar em outras. Desde o papel at√© as estruturas das esculturas, surgem de materiais que eu mesma coleto, a partir do meu consumo no dia a dia. Aprendo at√© hoje. A dica √© fazer, experimentar, tentar de novo… S√≥ a experi√™ncia de colocar a m√£o literalmente na massa √© que nos faz dominar a t√©cnica, que √© aprimorada a cada tentativa, erro, acerto…

    Que elementos costuma utilizar na técnica mista?

    Eu a utilizo muito nos desenhos, misturando colagens, tinta e nanquim. Eu gosto de inventar, de unir materiais, e toda vez que inserimos mais de um elemento no desenho, denominamos de técnica mista.

    Mulheres faceiras, alegres e coloridas, s√£o muito retratadas em suas obras. Elas s√£o reais ou foram inventadas?

    Elas fazem parte do imagin√°rio, mas com certeza algumas caracter√≠sticas, mesmo que inconscientes, s√£o retiradas de observa√ß√Ķes. Eu sou otimista quando retrato os personagens, mas sou um pouco pessimista na vida real. Rss. Acho que o mundo e seus conceitos caminham para um colapso e retratar mulheres coloridas, meigas, alegres, me faz acreditar, mesmo que por um instante, em um mundo menos cruel.

    Do que falam as suas obras e onde podemos encontra-las?

    As minhas obras falam o que penso ser o que as pessoas querem ler. Acho fundamental as diversas interpreta√ß√Ķes despertadas por uma mesma obra, isso me fascina! Para mim elas falam de esperan√ßa, meio ambiente, respeito, pequenas alucina√ß√Ķes, sonhos, flores e f√©.

    E quem quiser conhecer mais é só visitar o meu site: http://anacristinamaciel.com/ ou a minha página no facebook: https://www.facebook.com/anacrispapelmache

    Obrigada e parabéns pelo belo trabalho, Ana Cristina! Um grande prazer ter você na nossa Galeria de Arte: http://www.pessoabonita.com.br/artista.php?id=78&tipo=2

  • CAMIS√ÉO: her√≥i de dois mundos

    Data: 13/02/2015 | Categoria: Passaram por aqui | Coment√°rios: 0

    CONVERSA AFORA √© a nossa roda de conversa sobre temas interessantes e da atualidade. √Č quando, entre um caf√© e outro, descontraidamente refinamos a nossa raz√£o e a nossa sensibilidade.

    No dia 19/02/2015, quinta-feira, √†s 19 horas, o assunto foi a hist√≥ria do livro “CAMIS√ÉO ‚Äď her√≥i de dois mundos”, com a presen√ßa do autor, Jos√© Tarc√≠sio Cavaliere.

    Sobre o livro e o autor:

    Dependendo tamb√©m da embarca√ß√£o, viajar pode ser um prazer ou um tormento. Como se fora para uma aula de hist√≥ria, o livro CAMIS√ÉO, HER√ďI DE DOIS MUNDOS, nos conduz ao sombrio per√≠odo da escravid√£o no Brasil, embarcados na s√≥lida sabedoria e sensibilidade do autor… Prazer garantido.

    Lançado pela editora UniFOA, é o primeiro livro do médico e grande mestre, José Tarcísio Cavaliere.

    Entre a realidade e a fic√ß√£o, uma viagem imperd√≠vel para os que apreciam os meandros da hist√≥ria e se rendem ao fasc√≠nio das sutis conting√™ncias humanas. Diante dos problemas, qual a sa√≠da? Tal qual o autor, h√°bil na arte de encontrar solu√ß√Ķes, CAMIS√ÉO, o escravo protagonista, nos surpreende, ensina e encanta. Leitura que acrescenta. Vale a pena!

    *Denizi de Paula Oliveira: médica, facilitadora do programa Belas Conversas, no Espaço Pessoa Bonita.

  • A No√ß√£o de Certo e Errado do Lucas

    Data: 09/08/2014 | Categoria: Sem categoria | Coment√°rios: 0


    Por *Denizi de Paula Oliveira

    Lucas tem apenas seis anos de idade e uma surpreendente noção de certo e errado.

    Há três anos lhe contei a história do Chapeuzinho Vermelho. Na época, influenciada pelas críticas quanto à violência embutida nos contos infantis, decidi mudar o final da narrativa. Disse que o caçador trancou a vovozinha no armário.

    Ap√≥s me ouvir atentamente, sem nenhuma interrup√ß√£o, olhou nos meus olhos (este √© um dos seus tra√ßos), e falou com firmeza: ‚ÄúEu vou embora e, quando voltar, vou trazer uma faca para cortar sua boca‚ÄĚ. Cortar a minha boca? Perguntei espantada. ‚ÄúSim, porque voc√™ falou mentira; o ca√ßador n√£o trancou a vovozinha no arm√°rio, ele matou e comeu a vov√≥.‚ÄĚ

    Para ele Chapeuzinho Vermelho era apenas uma história inventada onde tudo era permitido e possível, mas falar mentira na vida real era imperdoável.

    Soube que na √ļltima semana, durante uma partida de futebol, um adulto presente na sala brincou, jocosamente, com a negritude da maioria dos jogadores de um time. Ele, negro e consciente que √©, n√£o titubeou: ‚ÄúVoc√™ sabe, fulano, que isso que est√° fazendo √© bullying?‚ÄĚ

    Deixou claro que a brincadeira impr√≥pria, por ser depreciativa, resultava da ignor√Ęncia e merecia um toque de alerta.

    Há cerca de um mês peguei uma revista e pedi que lesse umas palavras. Não conseguiu, ficou desconcertado, deu um jeito de escapulir. Uma semana depois voltou, e como quem não quer nada olhou para uma bolsa impressa perguntando se eu sabia o que estava escrito. Devolvi a pergunta e foi precisa a resposta.

    Tinha consci√™ncia da import√Ęncia da leitura, correu atr√°s do preju√≠zo e em tempo recorde mostrou resultado. Agora, √† vontade com as letras, j√° l√™ de carreirinha feito o Zel√£o da novela, confiante no pr√≥prio desempenho e todo orgulhoso de si.

    Ontem sua mãe me disse que a diretora da escola a chamou para elogiar seu progresso. Está se destacando na turma, o que não me surpreende. Lucas é uma criança, dentre tantas neste país, que reforça a esperança de uma sociedade melhor, produzida com mais qualidade.

    Creio que se nós facilitarmos, ou não atrapalharmos demais, pode até acontecer rapidinho. Tomara!

    *Denizi de Paula Oliveira é médica, anfitriã e mentora do programa Belas Conversas, no Espaço Pessoa Bonita

  • O Medo do Apego ou A Escolha de Serelepe

    Data: 05/08/2014 | Categoria: Livre | Coment√°rios: 0

    Por *Denizi de Paula Oliveira

    E l√° se foi ‚ÄúMeu Pedacinho de Ch√£o‚ÄĚ, novela de Benedito Ruy Barbosa exibida pela Rede Globo at√© o final da √ļltima semana. Hist√≥rias lembrando f√°bulas, cen√°rios l√ļdicos, personagens encantadores e atua√ß√Ķes impec√°veis, deixar√£o saudades.

    Dentre as hist√≥rias, a de Serelepe, um molequinho astuto que durante toda a trama n√£o sab√≠amos de onde veio, de quem era filho e muito menos para onde iria. Serelepe era a representa√ß√£o do desapego. Tanto que no pen√ļltimo cap√≠tulo, ap√≥s ser convidado para morar na casa da Pituca, sua melhor amiga e membro da fam√≠lia mais influente e rica da cidade, decidiu fugir e explicou o motivo: ‚ÄúSe eu fic√° mais tempo vivendo aqui, dout√ī Ferdinando, eu v√ī sofr√™ mais.‚ÄĚ

    Conversando com mãe Benta, Zelão diz que Serelepe foi ingrato. Ela responde que não, que ele fugiu foi de medo, isso sim. Medo de se apegar e sofrer, já que estava naquela casa apenas como convidado. Se ele continuasse lá, sem ser adotado, um dia poderia ter que sair, e aí sofreria demais. Por medo do sofrimento preferiu não se apegar, por isso optou pela fuga.

    No decorrer da vida, quantas/os de nós, pelo mesmo motivo, agem assim como o Serelepe? Foi o que perguntava a mim mesma, atenta ao recado da fábula, mesclado à magia das cenas.

    *Denizi de Paula Oliveira é médica, anfitriã e mentora do programa Belas Conversas no Espaço Pessoa Bonita.

  • Matias / Tikinho Cello

    Data: 15/07/2014 | Categoria: Destaque, Elogios | Coment√°rios: 0

    Matias, ou Tikinho Cello, violoncelista, tem 18 anos e √© membro da Orquestra Sinf√īnica de Barra Mansa – http://www.osbm.org/. Na √ļltima quinta-feira, ap√≥s mais uma exibi√ß√£o, em momento de refinada sensibilidade escreveu o texto abaixo. Lendo, entende-se o crescente sucesso da orquestra.

    “Arcos para cima, arcos para baixo; express√Ķes faciais, corporais.
    E um fio de sentimento começa a ser acrescentado; um grande bailado ocorre quando nos percebemos completamente entregues às asas do grande espetáculo.

    5ª Sinfonia de Tchaikovsky

    Ao final, o sabor da m√ļsica que nem o paladar mais apurado, expressa o gosto.
    A miss√£o foi cumprida, e o sorriso nos cantos da boca revela: que honra poder interpretar mais essa d√°diva!

    Concerto hoje foi muito bom! Bravo!!!”

    * Ele também faz parte do quarteto de violoncelo LA VOLUTA, que ensaia e participa do programa Belas conversas no Espaço Pessoa Bonita.

  • Bolo na Marmita

    Data: 18/06/2014 | Categoria: Dica, Sabores | Coment√°rios: 0

    Imagine um presente diferente, feito e embalado por você. Algo assim como um bolo bem gostoso dentro de uma marmitinha charmosa. Quem resiste?

    Receita do Bolo/Broa da amiga Nena

    Ingredientes:

    03 ovos
    01 copo e meio de a√ß√ļcar.
    Um pouco mais de meio copo de óleo.
    01 copo de farinha de trigo.
    01 copo de fub√°.
    01 colher das de sopa de fermento.
    01 copo de leite

    Referência do copo: pequeno, de 200 ml.

    Preparo:

    Bata bem as claras em neve e em seguida misture com as gemas. Acrescente o a√ß√ļcar e o √≥leo e misture bem.
    Misture separadamente a farinha de trigo, o fubá e o fermento. Acrescente aos poucos à mistura anterior e vá batendo, até ficar homogêneo.
    Finalmente acrescente o copo de leite fervendo (é importante que esteja assim). Fica meio mole, não se preocupe, é assim mesmo.
    Forre inteiramente o fundo de um tabuleiro retangular (23 cm x 34 cm, mais ou menos) com fatias de banana d‚Äô√°gua. Leve para assar em forno pr√©-aquecido em torno de 200¬ļ.
    Ainda morno e no tabuleiro, polvilhe com a√ß√ļcar e canela na mesma propor√ß√£o.
    Deixe esfriar, corte em pedaços, coloque dentro de uma marmitinha (que você compra em lojas que vendem artigos de festas) customizada como a da foto e presenteie com ela uma ou mais pessoas muito queridas.
    Cuidado especial: durante o preparo, assim como o forno, também o seu coração deve estar bem aquecido… Eis aí o segredo!

    Sobre a amiga Nena? Veja lá na http://www.pessoabonita.com.br/?p=2721

  • Kit Dod√≥i

    Data: 13/06/2014 | Categoria: Dica | Coment√°rios: 0

    Vai visitar a amiga ou o amigo de molho e quer fazer um agrado? Experimente levar um kit dodói, com balinhas para a garganta, lenço de papel e outros itens afins acomodados em uma xícara bem linda. Tiro e queda! Fonte: internet.

Busca

Categorias

Estetica Mente

Ponto a Ponto

Postagens

Home Apresentação Atividades Co-living Blog Galeria de Arte Fale Conosco